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A ansiedade infantil não só irrita os pais como pode afetar o desempenho dos filhos na vida adulta. O mundo está cada vez mais rápido. Parece que subimos em um carrossel para dar uma voltinha e acabamos em uma roda-gigante, girando a toda velocidade. Isso acontece por que existem cada vez mais desafios e “necessidades”. Acabamos estressados e ansiosos.

 

 

Essa resposta emocional também inclui as crianças. Se elas já se sentem assim naturalmente, imagine quando nos veem correndo para lá e para cá. Sobram perguntas de uma lista interminável como: “quando a mamãe vai chegar”, “quando vamos comer” ou “quanto falta para chegar”.

 

Para estudar esse comportamento, a Universidade de Stanford realizou um experimento que consistia em colocar um marshmallow diante de uma criança de quatro anos de idade. Ela podia escolher entre comer o doce imediatamente ou depois que o pesquisador voltasse. No segundo caso, a criança era recompensada com outro marshmallow. Os resultados foram reunidos em dois grupos: os “impulsivos” comiam o doce assim que o pesquisador saía, os “controlados” esperavam cerca de 20 minutos, quando o pesquisador voltava trazendo a “recompensa”.

 

Um estudo posterior mostrou que essas mesmas crianças, ao chegar aos 18 anos, tiveram resultados diferentes no SAT (exame de admissão universitária aplicado nos Estados Unidos). Os impulsivos obtiveram, em média, 210 pontos a menos que os controlados. A razão dessa discrepância ainda não é bem conhecida, mas deixou clara a necessidade de mostrar aos filhos os benefícios da paciência.

 

Confira abaixo oito dicas que podem ajudar seu filho a ser mais paciente e que podem ser aplicadas a partir dos três anos de idade:

 

1. Ajude-o a encontrar uma maneira de passar o tempo prestando atenção ao seu redor. Evite que ele se concentre em um smartphone, um tablet ou outro dispositivo eletrônico. Brincar de procurar, cantar canções, conversar ou falar sobre objetos próximos são algumas atividades que permitem desenvolver a imaginação da criança.

 

2. Falar do futuro no sentido de causa e efeito. Por exemplo: “Se você tiver paciência de esperar 15 minutos na fila, depois eu compro um sorvete”. Ou, durante a espera, enfatizar uma atividade, procurando algo divertido para passar o tempo. Um livro de histórias sempre é um bom passa tempo.

 

 

3. Comprar um timer. A criança não tem noção real de tempo e ver como os minutos passam até determinada hora pode ser útil para ocupar sua atenção e também para evitar que fiquem fazendo perguntas a cada dois minutos.

 

 

4. Evite dar respostas vagas, pois podem confundir a criança. Dizer especificamente quando alguma coisa vai acontecer ajuda a compreender a espera. Por exemplo: “Vou fazer o que você pediu quando terminar de cozinhar”.

 

5. Incentive a capacidade de esperar. Se seu filho pede alguma coisa, não a dê imediatamente. Peça que ele espere alguns segundos, conte até 15 e então atenda seu pedido. Demore cada vez mais, até chegar a um minuto em uma semana.

 

6. Reconheça e premie o bom comportamento. Recompensá-lo por ter sido paciente o ajuda a manter essa atitude novamente.

 

7. Sempre tenha um jogo à mão para lidar com a impaciência. Um dominó com imagens em vez de números, mancala (um jogo de origem africana que pode ser feito em casa), jogo da memória, jenga ou quarto em linha são excelentes opções para as crianças.

 

8. Como mencionamos, as crianças aprendem observando nosso comportamento. Assim, na próxima vez que você estiver esperando o semáforo abrir, em uma fila ou lidando com a impaciência de seu filho, respire fundo e espere com um sorriso. Tenha cuidado com as palavras e com a linguagem corporal, já que as crianças absorvem e repetem o que veem.

 

 

 

A vida real envolve atrasos e frustrações. Ensinar as crianças a enfrentar essas situações faz parte de um aprendizado lento e progressivo que enriquecerá seu crescimento.

 

Uol

Prática comum entre crianças e adultos durante os dias quentes de verão, o mergulho em piscinas, rios, lagos e cachoeiras pode representar um verdadeiro perigo para a saúde. Isso porque a água, observada superficialmente, estando clara ou não, dificulta a noção de profundidade antes do pulo. Segundo a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), os acidentes causados pelo mergulho em locais rasos são a quarta causa de lesão medular no Brasil, sendo que no verão passa para a segunda posição.

 

Jovens com idade entre dez e 29 anos são os principais afetados, com fraturas que variam de traumas ligamentares ou musculares de rápida cicatrização a luxações na coluna, quadro em que uma vértebra sai do lugar. “Na maioria dos casos, as lesões provocadas são cervicais, onde podem ocorrer até fraturas”, conta Alexandre Podgaeti, ortopedista, traumatologista e membro titular da SBC.

 

Acidentes causados pelo mergulho em locais rasos são a quarta causa de lesão medular no Brasil, sendo que no verão passa para a segunda posição. Foto: Thinkstock

Jovens com até 29 anos são os principais afetados, com fraturas que variam de traumas de rápida cicatrização a luxações na coluna, quadro em que uma vértebra sai do lugar. Foto: Thinkstock

Graves, os diagnósticos de fratura e luxação podem levar a alterações neurológicas, com impacto na perda da sensibilidade ou, então, na ausência da força muscular em até quatro membros do corpo. “A manipulação do indivíduo lesionado sem o conhecimento ou a imobilização adequada pode levar à piora, por isso a vítima deve ser levada somente até fora da água e aguardar a chegada de ajuda especializada”, alerta o especialista.

 

No hospital, após avaliação médica, os tratamentos corretivos variam de acordo com a gravidade do trauma. Em casos leves, pode ser recomendado o uso do colar cervical de espuma, enquanto em situações severas há o apontamento para cirurgias, que podem ser realizadas pela frente ou por trás do pescoço e, em ocorrências mais complexas, pelas duas vias.

 

Evite acidentes

“Quando der um mergulho, não o faça de cabeça. Antes, entre na água em pé para se certificar sobre a profundidade”, diz Alexandre. Acompanhe, a seguir, outras quatro maneiras de evitar lesões medulares em águas rasas, de acordo com a SBC.

 

1 - Não mergulhe em águas turvas.

2 - Não beba antes de mergulhar.

3 - Evite empurrar os amigos para dentro d’água.

 

4 - Não é recomendado testar os movimentos do acidentado, tentar levantá-lo ou sentá-lo, pois isso pode agravar uma possível lesão medular.

 

Terra

Num  trabalho de pelo menos trêselizabetecoelho dias, mais de 150 bolsas de sangue foram coletadas para Hemocentro de Floriano-PI. O período carnavalesco causa preocupação para a direção do órgão, por se tratar de eventos que tem grandes aglomerações e podem aparecer, de maneira urgente,  pessoas necessitando de sangue no Hemopi local.


A equipe foi a Urucuí-PI  sobre o comando da diretora Elizabete Coelho que trabalhou com  apoio de profissionais da área de saúde daquela cidade. “Fomos na segunda e voltamos na quarta-feira e num trabalho realizado naquela cidade conseguimos coletar 173 bolsas de sangue. Foi um  resultado positivo”, disse a diretora do Hemocentro.


Ainda nas suas colocações ela disse, “o carnaval está se aproximando e estamos pedindo a todos os doadores e, aquelas pessoas que pretendem ser, que compareçam no órgão e faça o seu ato de solidariedade , pois não sabemos o dia de amanhã e não podemos deixar faltar o sangue para quem  precisa”.


Um grupo de jovens de ambos os sexos do bairro taboca está desenvolvendo uma ação que visa coletar sangue para o hemocentro e o resultado dessa ação, está sendo aguardada pela Elizabete.  “Eles estarão desenvolvendo umaa Gincana na Taboca e há na programado uma doação e estamos aguardando esses doadores”, finalizou.

 

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com

leucemiaUma nova abordagem para tratar a leucemia, que consiste em usar o próprio sistema imunológico para matar as células cancerígenas, superou a doença em 88% dos adultos afetados e submetidos a este procedimento, segundo uma nova pesquisa publicada na quarta-feira, 19, nos Estados Unidos.

 

 

O relatório traz novas e boas notícias para o florescente campo da imunoterapia contra o câncer, que usa o que alguns descrevem como uma "droga vivente" e foi considerado pela revista Science como o maior avanço de 2013. No último teste, publicado na revista Science Translational Medicine, foi feito com 16 pessoas com um tipo de câncer no sangue conhecido como leucemia linfoblástica aguda (LLA).

 

Mil e quatrocentas pessoas morrem de LLA nos Estados Unidos todos os anos e, embora seja um dos tipos de câncer mais tratáveis, os pacientes frequentemente se tornam resistentes à quimioterapia e sofrem recaídas da doença.

 

Neste estudo, entre 14 e 167 pacientes tiveram uma remissão completa, depois que suas células T foram modificadas para se concentrar na erradicação do câncer. A idade média dos pacientes foi de 50 anos e todos estavam à beira da morte quando ingressaram no teste, uma vez que a doença tinha voltado ou eles tinham percebido que a quimioterapia não funcionava mais.

 

A maior remissão tem dois anos de duração, disse o autor Renier Brentjens, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center. Sem este tratamento, só 30% dos pacientes que sofreram recaída da doença responderiam à quimioterapia, segundo estimativas dos pesquisadores.

 

O processo supõe remover algumas das células T dos pacientes e alterá-las com um gel para que reconheçam uma proteína - conhecida como CD19 - nas células cancerígenas e atacá-las. As células T sozinhas conseguem atacar outros invasores nocivos ao corpo humano, mas permitiriam que o câncer cresça de forma ininterrupta.

 

"Basicamente o que fazemos é reeducar as células T no laboratório, com terapia genética, para reconhecer e matar células com tumores", disse à AFP Brentjens, acrescentando que após 15 anos de trabalhos, esta tecnologia "parece realmente funcionar em pacientes com este tipo de câncer".

 

No ano passado, sua equipe divulgou os primeiros resultados promissores em cinco pacientes adultos, curados após fazer o tratamento. O pesquisador avaliou que entre 60 e 80 pessoas nos Estados Unidos ingressaram desde então nos testes experimentais do novo tratamento, também estudado na Europa.

 

Em dezembro de 2013, especialistas de vários centros americanos onde se realizam testes apresentaram suas descobertas no encontro anual da Sociedade Americana de Hematologia, inclusive a Universidade da Pensilvânia.

 

Brentjens explicou que outros centros de pesquisa conseguiram taxas de remissão similares em seus estudos até o momento, "demonstrando que isto não é um acaso".

 

"Este é um fenômeno real", que pode se tornar uma "reviravolta paradigmática na forma como nos aproximamos do tratamento do câncer", disse o especialista.

 

Os cientistas tentam agora averiguar porque o tratamento funciona em todos os pacientes e identificar células receptivas de tipos de câncer específicos que poderiam fazer com que, no futuro, a técnica servisse para remover outros tipos de tumores.

 

 

A terapia continua sendo cara (100 mil dólares por pessoa), embora os especialistas acreditem que o preço diminuirá uma vez que as empresas farmacêuticas se envolvam mais e a técnica se expanda.

 

AFP