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O Hospital  Regional Tibério Barbosa Nunes, realiza, na manhã desta segunda-feira (07/10),  uma palestra sobre Enfermagem em Oncologia, com o tema: “Comunicação em Oncologia com Ênfase em Cuidados Paliativos”, com a enfermeira Ana Karoliny Rosa Martins, especialista em enfermagem oncológica. O evento vai acontecer no auditíorio do HTN, à partir das 08 horas da manhã.

 

De acordo com o diretror do HTN,  Pedro Attem Junior, apesar dos inúmeros avanços da oncologia, ainda encontramos várias situações de doenças incuráveis. Geralmente isso ocorrem quando a enfermidade já está avançada, ou quando se trata de tumor agressivo e de difícil tratamento.

 

“Tão importante quanto a busca da cura está o alívio do sofrimento. Existe um ditado antigo, atribuído a Hipócrates, “divinum opus sedare dolorem” que significa sedar a dor é divino. Esta é a maior e mais nobre missão da medicina. Os cuidados paliativos seguem esses conceitos, focando na qualidade de vida do ser humano”, disse Pedro Attem.

 

A abordagem paliativa na oncologia inclui várias modalidades de tratamento. Quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia, cirurgia, alem do suporte multidisciplinar (paliativista, nutricionista, psicológico, fisioterapeuta entre outros). No caso do oncologista clínico, cabe a ele decidir que tipo de tratamento sistêmico se enquadra para a situação, pesando os riscos e benefícios de cada alternativa terapêutica. O evento de hoje é voltado para todos os profissionais de enfermagem.

 

Chagas Rabelo

enxaguanteO enxaguante é um aliado da saúde bucal. Sem substituir a escova e o fio dental, o produto deve ser usado como último passo na higienização da boca, depois da limpeza da língua. O ideal é utilizar um enxaguante que tenha ação eficiente contra bactérias bucais, mas sem contraindicação de uso.

 

“Quando é utilizado apenas para dar uma sensação agradável, sem uma ação efetiva, pode ser utilizado por todas as pessoas, todos os dias”, diz o cirurgião-dentista, Ruy Oliveira, diretor da ODOMED. O mais indicado é escolher as opções sem álcool na formulação.

 

Para a hora de escolher um produto, Oliveira recomenda optar por aqueles que aliem prevenção de inflamações bucais e mau hálito com a sensação agradável após a escovação.

 

•    Elimina as bactérias nocivas da boca;

•    Previne e combate o mau hálito;

•    Previne o aparecimento de cáries;

•    Previne as doenças periodontais (gengiva)

•    Ajuda em casos de cicatrização;

•    Dá uma sensação agradável após a escovação;

•    Possibilita a lavagem da boca atuando em áreas de difícil acesso na higienização;

•    Melhora a xerostomia (boca seca por falta de salivação);

•    Ajuda a eliminar a saburra lingual, massa esbranquiçada de bactérias que fica na parte de trás da língua e é responsável pelo mau hálito;

 

•    Complementa a higienização bucal.

 

Terra

cancermamaMulheres na pós-menopausa que andam uma hora por dia podem reduzir significamente o risco de sofrerem de câncer de mama, segundo um estudo. O relatório, que acompanhou 73.000 mulheres por 17 anos descobriu que andar sete horas durante uma semana diminui os riscos de contrair a doença.

 

A equipe da Sociedade Americana do Câncer afirmou que essa foi a primeira vez que a redução de riscos foi especificamente ligada à caminhada. Especialistas britânicos disseram que o estudo é uma evidência de que o estilo de vida influencia o risco para o câncer. Uma pesquisa recente da organização beneficente Ramblers mostrou que um quarto dos adultos anda mais de uma hora por semana. Manter uma rotina de atividades físicas é um fator conhecido na redução do risco de se contrair diversos tipos de câncer.

 

Atividade recreacional

Este estudo, publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, acompanhou 73.614 mulheres com idades entre 50 e 74 anos recrutadas pela Sociedade Americana do Câncer entre 1992 e 1993 para monitorar a incidência do câncer.

 

Elas responderam questionários sobre sua saúde e a respeito de quanto tempo permaneciam ativas e participando de atividades como caminhar, nadar e fazer exercícios aeróbicos. Elas também registraram quanto tempo ficavam sentadas assistindo televisão ou lendo. Elas preencheram os mesmos questionários em intervalos de dois anos entre 1997 e 2009.

 

Andar como única atividade recreacional foi o hábito mencionado por 47% das pesquisadas. Aquelas que andavam ao menos sete horas por semana tiveram uma redução de 14% no risco de câncer de mama, comparado com aquelas que andavam apenas três ou menos horas por semana. Alpa Patel, epidemiologista da Sociedade Americana do Câncer em Atlanta, na Georgia, que liderou o estudo, afirmou: "Dado que mais de 60% das mulheres relataram andar diariamente, promover a caminhada como uma atividade saudável de lazer pode ser uma estratégia efetiva para aumentar a atividade física entre as mulheres em fase de pós-menopausa."

 

"Ficamos contentes em descobrir que sem nenhuma outra atividade recreacional, apenas andar uma hora por dia foi associado com menor risco de câncer de mama nessas mulheres". "Atividades mais longas e extenuantes reduziram ainda mais o risco." A baronesa Delyth Morgan, executive-chefe da Campanha Contra o Câncer de Mama afirmou: "Este estudo adiciona mais evidências de que nossas escolhas de estilo de vida podem influenciar o risco de câncer de mama e mostra que mesmo mudanças pequenas incorporadas às nossas atividades cotidianas podem fazer a diferença."

 

 

"Nós sabemos que a melhor arma para superar o câncer de mama é a habilidade de interrompê-lo, em primeiro lugar." "O desafio agora é saber como transformamos essas descobertas em ação e como identificamos outras mudanças de estilo de vida sustentáveis que nos ajudarão a prevenir o câncer de mama."

 

 

BBC Brasil

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesapi) está implantando e organizando a Central de Regulação de leitos no Estado. Na manhã desta sexta-feira, 4, diretores de hospitais de referência, o secretário estadual da Saúde, Ernani Maia, e secretário municipal de Saúde, Noé Fortes, participaram de reunião no auditório do Hospital Getúlio Vargas para definir como vai funcionar a regulação dos leitos no Estado.

 

Ernani Maia disse que o objetivo é garantir o atendimento a todo cidadão que precisar de um leito em qualquer hospital da rede SUS. “Isso será possível com a organização do Sistema e a regulação do atendimento por nível hierárquico”, explica o secretário.

 

 

Para o consultor da regulação do Ministério da Saúde, Cláudio Duarte, a Regulação permite garantir  o acesso dos pacientes mais organizado e com eficiência. “A regulação dos leitos vai hierarquizar a complexidade do atendimento e permitir que o usuário seja atendido de forma mais ágil dentro de suas reais necessidades”, explica.

 

A diretora da Unidade de Controle, Avaliação, Regulação e Auditoria (Ducara), Patrícia Batista, a regulação vai acontecer em três níveis: leitos de urgência e emergência, de UTI e leitos de retaguarda. Ela explica que cada hospital de referência vai contar com um Núcleo Interno de Regulação que vai ser responsável em controlar o fluxo de pacientes e gerenciar as informações em cada Unidade e a central de regulação do Estado vai permitir o gerenciamento de todos os leitos estaduais.

 

 

“A Central vai contar  com 14 médicos reguladores e dentro de 60 dias vai está funcionando”, afirma Patrícia Batista.

 

govpi