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Na noite dessa quinta-feira, 05, uma jovem de 21 anos, ainda não identificada, foi baleada de raspão durante o tiroteio que resultou na morte de Anderson Barroso da Silva, na Vila Mocambinho, Zona Norte de Teresina. Durante o levantamento de informações no local do crime, os policiais foram informados de que uma mulher que estava nas proximidades também havia sido atingida por um disparo de raspão.

delegacia

De acordo com o delegado, o crime foi praticado por criminosos que chegaram ao local em um carro branco e efetuaram vários disparos de arma de fogo. A jovem ferida estava nas imediações no momento do ataque.

A polícia também investiga a possível ligação da vítima com um ataque ocorrido em janeiro deste ano no bairro Água Mineral, também na Zona Norte da capital. Na ocasião, criminosos invadiram o velório de Adão Rodrigues dos Santos Júnior, efetuaram disparos e incendiaram o corpo da vítima.

O caso segue sob investigação pelo DHPP, que trabalha para identificar e localizar os autores do homicídio.

Com informações do 180 graus

Foto: Reprodução

A empresária do ramo da beleza, Vivian Oliveira, denunciou ter sido vítima de um suposto caso de “estelionato do amor”, prática em que uma pessoa se aproveita de um relacionamento afetivo para obter vantagens financeiras. Segundo a vítima, o suspeito, identificado como F. A. de S. C., teria causado um prejuízo de cerca de R$ 25 mil.

estelionatoamor

Vivian relatou que manteve o relacionamento por pouco mais de cinco meses e, ao longo desse período, começou a perceber que sua vida financeira estava sendo comprometida, com o suspeito se aproveitando da confiança para aplicar golpes e obter vantagens.

Entre os prejuízos relatados pela empresária está a perda de bens patrimoniais, como o próprio carro.

Abuso patrimonial De acordo com a empresária, as primeiras situações suspeitas começaram a ocorrer quando o companheiro passou a interferir na administração do carro dela, alegando problemas mecânicos e sugerindo trocas frequentes do veículo.

Segundo ela, o suspeito passou a afirmar que o carro apresentava defeitos e que precisaria ser levado a oficinas mecânicas, o que teria resultado em sucessivas negociações do veículo.

“Foi um caso de abuso patrimonial. Ele pegou o meu primeiro carro, vendeu, ficou trocando. Ele começou a dizer que meu carro estava com problema, que precisava levar na oficina. Ele levava e dizia que o mecânico dele tinha falado que era melhor passar o carro para frente, porque senão o motor ia bater e eu ia ficar no prejuízo", contou.

Vivian afirma que confiou nas orientações do então companheiro por acreditar que ele tinha experiência na área de compra e venda de veículos.

“Hoje, não posso ficar circulando por Teresina por conta disso, por causa de documentos e atrasos. Então ele usava isso como uma forma de me prender naquela situação”, pontuou. “Fora isso, teve cartões, compras no cartão de crédito, dinheiro emprestado, enfim.”

Vítima estima prejuízo de R$ 25 mil A empresária afirma que ainda calcula os impactos financeiros do relacionamento, mas já conseguiu estimar o prejuízo aproximado provocado pelos gastos com manutenção de veículos, peças e outras despesas.

“Mais ou menos uns 25 mil reais. Porque a quantidade de vezes que eu já levei esse carro na oficina, tanto esse que eu estou atualmente quanto os outros, eu gasto muito. Já gastei muito com peça, com mecânico.”

Outras mulheres podem ter sido vítimas Vivian também acredita que outras mulheres podem ter passado por situações semelhantes envolvendo o mesmo homem. Segundo ela, há relatos de relacionamentos anteriores que teriam resultado em prejuízos financeiros.

“Ele teve dois outros relacionamentos. Eu acredito sim que essas mulheres também foram vítimas. Tem uma delas que até hoje paga o cartão de crédito de coisas que ele comprou para ele, mas que ela aceitou dividir. Então, até hoje, pelo que eu sei, ela ainda está pagando”, disse.

Diante da situação, a empresária procurou a polícia e registrou um boletim de ocorrência relatando o caso.

“Registrei um boletim de ocorrência. Inclusive, lá na delegacia onde fui atendida, eles disseram que se trata de estelionato sentimental, que é quando a pessoa usa a confiança, pelo fato de ser seu parceiro, para cometer esse tipo de coisa e se aproveitar das vítimas.”

Com informações do meio news

Foto: reprodução

Foi preso na manhã dessa quinta-feira, 05, o empresário Madson Costa, após uma confusão com disparos de arma de fogo na BR-316, no município de Monsenhor Gil. Segundo a Polícia Militar, a ocorrência começou por volta das 7:00h, quando uma mulher pediu ajuda a uma viatura no km 64 da rodovia. No local, os policiais encontraram um homem, apontado como vítima, em posse de uma pistola G2c calibre .40.

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De acordo com o relato, Madson teria efetuado disparos contra a residência da vítima, o que provocou uma luta corporal entre os dois. Durante a briga, o homem conseguiu imobilizar o suspeito e tomar a arma. A polícia também apurou que a pistola utilizada havia sido roubada de um policial militar da cidade de Floriano há cerca de três anos.

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Durante a ocorrência, o suspeito e um caseiro informaram aos policiais que havia ainda uma submetralhadora calibre .40 na residência do empresário, que acabou sendo apreendida. Os envolvidos, que apresentavam lesões, foram encaminhados à Unidade Integrada de Segurança Pública (UISP) de Monsenhor Gil. Madson deve responder por crimes como receptação, disparo e porte ilegal de arma de fogo, ameaça e lesão corporal.

Com informações do 180 graus

Fotos: Reprodução

Novas denúncias chegam à 2ª Delegacia Seccional de Teresina, contra o empresário Ricardo Sobrinho, conhecido como Ricardinho, que segue preso. O empresário é investigado por se apropriar de veículos que eram levados à sua oficina mecânica especializada em refrigeração, localizada na Avenida Santos Dumont, zona Norte da cidade, e entregá-los a agiotas.

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Ao todo, sete pessoas já prestaram queixa contra o empresário. Segundo o chefe de investigação, Humberto Pereira, a mãe de Ricardo procurou a delegacia alegando que ele havia se apropriado de um carro alugado pelo irmão.

“Ontem apareceu a família dele, a mãe dele, nos relatando que ele teria pedido a um irmão, que é médico, para alugar um carro para ele. Esse irmão alugou e ele colocou o veículo na mão dos agiotas”, explica o chefe de investigação.

A polícia suspeita de um esquema criminoso em que outros envolvidos já começam a ser investigados. Dois homens, empresários dos ramos de alimentos e de veículos, foram ouvidos e são suspeitos de integrar o esquema.

Em todos os casos, Ricardo aplicava o mesmo modus operandi. Os clientes procuravam a oficina para realizar serviços, pagavam cerca de 50% do valor combinado e deixavam o veículo no local. No entanto, ao retornarem para buscá-lo, não encontravam nem o carro nem o proprietário. A polícia também atua na recuperação dos veículos apropriados.

“O Ricardo já se encontra no presídio por força do mandado de prisão e ele dedurou uns comparsas que já são investigados. Ontem foi recuperado o Renault, já foi recuperada uma Amarok, foi recuperada uma Hilux e estão faltando dois carros, uma pick-up e um Ônix. A investigação continua, estamos fazendo diligências para descobrir onde estão esses veículos e apreendê-los”, informa o chefe de investigação.

O delegado titular do 2º DP, Josimar de Sousa Brito, deve concluir nos próximos dias pelo indiciamento dos envolvidos. As investigações do caso seguem em andamento

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A operação policial que está ocorrendo em Floriano-Piauí, em várias partes da cidade, está contando com dezenas de policiais. Cerca de 19 mandados de prisão devem ser cumpridos.  Já houve apreensão de armas e os conduzidos estão sendo identificados.

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As forças policiais locais receberam apoio de um grupo de Teresina e estão fazendo abordagem nos mais diferentes bairros. Veja mais um homem que foi abordado e levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil, regional de Floriano. 

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Da redação