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Nesta quarta-feira (6), foi confirmado pela agência CNN 113 casos confirmados da varíola do macaco no Brasil. No total de diagnósticos positivos são 77 indivíduos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Casos suspeitos são de 49 pessoas.

O instituto Butantan conseguiu criar um comitê que apresentasse análises de pesquisas da produção de vacinas contra a vacina do macaco. Criado a partir da publicação do Diário Oficial do estado no estado de São Paulo, no dia 30 de junho deste ano, um grupo de nove especialistas.

Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas comentou sobre o comitê ocorrer em um contexto da contaminação em alta da doença, através do vírus Monkeypox e a preocupação da disseminação futura da patologia.

“Considerando que desde a cessação da vacinação contra a varíola, se nota uma crescente incidência de casos e surtos relatados, o que está levantando preocupações sobre a disseminação futura da doença; considerando que o Instituto Butantan, na década de 70 chegou a produzir uma vacina para imunizar a população contra a varíola; considerando a iminência de um possível surto da referida doença provocada pelo vírus monkeypox . Fica criado um Comitê Contingencial Técnico de Especialistas, com a finalidade de assessorar a entidade”, disse o diretor do instituto Butantan.

No ano de 1970 o instituto Butantan promoveu o estudo da produção vacinal contra a varíola, o que confere a experiência das pesquisas e na criação de novas vacinas. O grupo formado pelos nove especialistas atualmente irão apresentar propostas sobre o novo imunizante no território brasileiro.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a varíola do macaco é responsável por mais de 5 mil diagnósticos no mundo todo. Os principais sintomas mais comuns da doença são:, dores de cabeça, muscular e nas costas, febre, calafrios, exaustão, suor noturno, congestão, coriza, inchaços na virilha e linfonodos, como também erupções cutâneas.

Lorena R7

A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou nesta quinta-feira (7) que o número de casos de varíola do macaco aumentou 77% em uma semana no planeta e foram notificadas duas mortes provocadas pela doença no período, o que eleva a três o total de óbitos desde o início do surto, em maio deste ano.

variolamacao

Ao todo, foram registrados 6.027 diagnósticos positivos em 59 países, conforme aponta boletim epidemiológico apresentado hoje pela OMS. Desses casos, 4.920 foram detectados na Europa, segundo o mesmo documento. Nos últimos sete dias, de acordo com o boletim epidemiológico, mais nove países confirmaram diagnósticos positivos de varíola do macaco.

Cerca de dez países que já tinham notificado algum caso estão há 21 dias sem reportar nenhuma infecção. Se o sistema de vigilância sanitária estiver funcionando bem nessas nações, isso poderá significar que elas estão livres dessa doença, já que o período máximo de incubação é de três semanas.

Esse surto preocupa, especialmente, porque é a primeira vez que a varíola do macaco, que se dissemina pelo contato íntimo ou muito próximo, aconteceu fora das regiões da África Ocidental ou África Central, onde é endêmica. Segundo a OMS, 73% dos casos globais correspondem a homens, com idade média de 37 anos. A OMS anunciou que convocou seu Comitê de Emergência para o próximo dia 18.

O objetivo do grupo será analisar a evolução da varíola do macaco e sua propagação. Além disso, haverá definição se será mantido o risco "moderado" de classificação para a doença, que foi determinado em 27 de junho, ou se será declarada uma emergência sanitária global, como aconteceu com a Covid-19.

De acordo com o monitoramento em tempo real da iniciativa Global.health, que reúne pesquisadores de universidades como Harvard e Oxford, o número de infectados no mundo supera 7.400 pessoas.

Agência EFE

Foto: reprodução Fiocruz

O cólon é a parte inferior do trato intestinal, que se estende do ceco ao reto. Nele, a água e os sais são absorvidos por alimentos não digeridos e os músculos movem os resíduos em direção ao reto. O cólon contém uma vasta população de bactérias, que têm funções potencialmente importantes, incluindo a fermentação de carboidratos não absorvidos (polissacarídeos não-fibrosos e amido resistente) para liberar energia e ácidos graxos de cadeia curta que influenciam a saúde da mucosa colônica.

O câncer de cólon é um tipo de câncer que começa no intestino grosso e geralmente afeta adultos mais velhos, embora possa acontecer em qualquer idade. Geralmente começa como pequenos grupos não cancerosos (benignos) de células chamadas pólipos que se formam no interior da região. Com o tempo, alguns desses pólipos podem se tornar cânceres de cólon. Os pólipos podem ser pequenos e produzir poucos sintomas ou até mesmo nenhum. Por essa razão, os médicos recomendam testes de triagem regulares para ajudar a prevenir a doença, identificando e removendo pólipos antes de se transformarem em câncer.

Se o câncer de cólon se desenvolver, muitos tratamentos estão disponíveis para ajudar a controlá-lo, incluindo cirurgia, radioterapia e tratamentos medicamentosos, como quimioterapia, terapia direcionada e imunoterapia. É por vezes chamado de câncer colorretal, que é um termo que combina a região do cólon à região retal.

Os sinais e sintomas do câncer de cólon incluem: mudança persistente nos hábitos intestinais, incluindo diarreia ou constipação ou uma mudança na consistência das fezes; sangramento retal ou sangue nas fezes; desconforto abdominal persistente, como cãibras, gases ou dor; sensação de que o intestino não esvazia completamente; fraqueza ou fadiga; perda de peso inexplicável.

Lorena R7

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu hoje (6) manter a proibição de importação, propaganda e venda de cigarros eletrônicos no Brasil. A restrição começou em 2009, mas a comercialização continua ocorrendo de forma ilegal no país.

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A decisão foi tomada durante a 10ª reunião da diretoria colegiada do órgão. Por unanimidade, a diretoria seguiu voto proferido pela diretora Cristiane Rose Jourdan.

Segundo a diretora, estudos científicos demonstram que o uso dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) está relacionado com aumento do risco de jovens ao tabagismo, potencial de dependência e diversos danos à saúde pulmonar, cardiovascular e neurológica.

Os cigarros eletrônicos são aparelhos alimentados por bateria de lítio e um cartucho ou refil, que armazena o líquido. Esse aparelho tem um atomizador, que aquece e vaporiza a nicotina. O aparelho traz ainda um sensor, que é acionado no momento da tragada e ativa a bateria e a luz de led.

A temperatura de vaporização da resistência é de 350°C. Nos cigarros convencionais, essa temperatura chega a 850°C. Ao serem aquecidos, os DEFs liberam um vapor líquido parecido com o cigarro convencional.

Os cigarros eletrônicos estão na quarta geração, onde é encontrada concentração maior de substâncias tóxicas. Existem ainda os cigarros de tabaco aquecido. São dispositivos eletrônicos para aquecer um bastão ou uma cápsula de tabaco comprimido a uma temperatura de 330°C. Dessa forma, produzem um aerossol inalável.

Agência Brasil

Foto: Divulgação Ministério da Saúde