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Na última segunda-feira, 13, a Prefeitura de Floriano,  através da Secretaria de Saúde e de seus Núcleo Multiprofissional e Diretoria de Saúde da Mulher realizou uma roda de conversa na unidade de saúde Santa Cruz, bairro Alto da Cruz, com gestantes da área e com os profissionais da Equipe de Estratégia de Saúde da Família. Na pauta, foram debatidos assuntos importantes na vida das futuras mamães. 

RODA

Segundo Ana Márcia Miranda, diretora de Saúde da Mulher, Floriano tem uma cobertura de pré-natal eficiente e, atualmente, todas as gestantes cadastradas junto à Secretaria de Saúde são acompanhadas pelas equipes. Na oportunidade, as gestantes também participaram de palestra sobre alimentação saudável e tiveram orientações sobre o funcionamento e importância do atendimento odontológico na rede municipal de saúde. 

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Atualmente, no Brasil, é reconhecida a importância de se ter um acompanhamento abrangente no pré-natal, que inclua não só as questões biológicas, mas, também, outros aspectos relevantes ao desenvolvimento infantil, como a saúde emocional da mãe, o apoio que ela encontra nos familiares, no trabalho, na escola e na comunidade, bem como orientações sobre a importância da construção do vínculo com o bebê e da participação do parceiro(a).

O pré-natal deve começar tão logo quanto a mulher desconfie que esta grávida, pela ausência de menstruação. O Ministério da Saúde recomenda que sejam realizadas, no mínimo, seis consultas (uma no primeiro trimestre da gravidez, duas no segundo e três no terceiro), sendo ideal que a primeira consulta aconteça até  12ª semana e que, até a 34ª semana, sejam realizadas consultas mensais. Entre a 34ª e 38ª semanas, o indicado seria uma consulta a cada 15 dias e, a partir da 38ª semana, consultas toda semana até o parto, que geralmente acontece na 40ª semana, mas pode durar até 42 semanas. Um ponto importante a ser citado é  que não existe alta do pré_natal. A mulher deverá ser acompanhada até o parto e logo depois também sendo realizada a visita/consulta puerperal. Nesse momento podem ser identificadas alterações solucionáveis  prontamente.

Durante o pré-natal, a gestante deve receber informações sobre seus direitos, hábitos saudáveis de vida (alimentação, exercícios etc.), medicamentos que precisa tomar e que deve evitar  e as mudanças ocorrem durante a gravidez, como a maior incidência de sono e alterações no ritmo intestinal. Também tem de receber informações sobre sinais de risco em cada etapa da gravidez, como lidar com dificuldades de humor, temores em relação à sua saúde e a saúde do bebê, enjoos, inchaço, manchas na pele, sinais de parto etc. Um ponto importante que é  informado durantes as consultas e que tem trazido uma angústia crescente são os sinais e sintomas da COVID, que apesar dos números decrescentes, ainda afetam consideravelmente a vida de gestantes e puérperas. Nesse momento reforçamos as medidas de controle e intensificação da vacinação.

Ascom

De acordo com os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NHI), a taxa de síndrome de morta súbita infantil (SMSI) diminuiu 50% entre 1994 e 1999. A taxa de sono mais do que dobrou no mesmo período, como resultado de promoção de campanhas de prevenção de SMSI em relação ao posicionamento dos bebês.

Os pais e cuidadores devem ficar atentos ao que fazer quando um bebê começa a rolar para o seu lado ou para baixo. Na maioria dos casos, não há necessidade de mover o bebê de volta, mas as pessoas devem continuar colocando o bebê para dormir de costas, mesmo depois que eles mudem de posição novamente. Segundo algumas pesquisas, o sono de lado não é seguro para os bebês e não oferece benefícios. A posição mais segura para um recém-nascido dormir é de costas no primeiro ano de vida. Algumas pessoas acreditam erroneamente que dormir de lado é mais seguro para os que vomitam ou têm refluxo, mas isso é falso. Bebês com refluxo não são mais propensos a engasgar quando dormem de costas.

Enquanto alguns profissionais médicos aconselharam previamente o posicionamento de recém-nascidos de lado para limpar o líquido amniótico, não há nenhuma evidência para apoiar essa recomendação.

O principal risco de colocar um recém-nascido para dormir de lado é que ele pode cair de barriga e ter o peso colocado sobre o seu estômago. Quando um bebê é muito jovem para sustentar sua cabeça, isso pode significar que seu rosto fique preso contra o colchão, dificultando a respiração. A maioria dos bebês pode apoiar totalmente e levantar a cabeça com a idade de quatro meses.

Por cerca de três ou quatro meses de idade, muitos bebês começam a tentar rolar. Entre quatro e seis meses, muitos podem rolar deixando as costas para cima e o estômago para baixo e depois voltar novamente.

Com cerca de seis meses de idade, muitos se tornam dormentes mais ativos, rolando durante toda a noite. No entanto, ainda não é seguro colocar o bebê para dormir de lado ou de estômago. Se a criança rola nessa posição, no entanto, não há necessidade de acordá-los ou movê-los.

Alguns recém-nascidos dormem melhor de barriga ou de lado. Na verdade, isso é o que pode tornar essas posições tão perigosas. Os bebês entram em sono profundo por mais tempo e podem ser mais difíceis de acordar. Eles podem não acordar se não puderem respirar ou precisar se mover.

O Dia Nacional de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa foi comemorado com amor, respeito e acolhimento pela Prefeitura de Floriano, através da parceria entre as  Secretarias Municipais de Saúde e da Assistência Social. As pastas realizaram ação conjunta na Casa de Acolhimento "Manoel da Guia".

 

As equipes de saúde mental, assistência social e Núcleo Multiprofissional de Saúde ofertaram serviços em diversas áreas como: escuta terapêutica e terapia em grupo (psicólogos), atividades de fisioterapia, educação física, fonoaudiólogia, entre outros. Além dos idosos assistidos pela Casa “Manoel da Guia”, foram convidados idosos do serviço de convivência e CRAS I e II.

daniel

“Escolhemos esta casa de acolhimento devido ao cenário e sua história, em demonstração de nosso amor e gratidão eterna por esses seres de luz, transformando nossa manhã em um dia único e especial”, afirmou Daniel Gutembergue, diretor do Núcleo Multiprofissional de Saúde. 

Outro momento importante da ação foi a entrega do aparelho auditivo para dona Maria Gorete, atendida pela UBS Alfredo de Carvalho, no Campo Velho. Ela deu seu depoimento sobre a utilização do dispositivo eletrônico e como ele tem ajudado a melhorar sua qualidade de vida.

“Muitos idosos têm receio de utilizar o aparelho auditivo, pois como têm pouco conhecimento com tecnologia ainda há alguns preconceitos, mas quando passam a usar percebem que as novas tecnologias estão a nosso favor”, disse Daniel Gutembergue.

Da ASCOM

A medida que mais casos de varíola do macaco surgem ao redor do mundo, cientistas começam a perceber no surto atual algumas mudanças dos sintomas clássicos observados na África até então. Na quarta-feira (15), o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos atualizou as diretrizes para profissionais de saúde e alertou para o fato de que a doença pode ser confundida com algumas ISTs (infecções sexualmente transmissíveis).

Com mais de 70 casos confirmados nos EUA, a agência sanitária afirma que todos os pacientes diagnosticados com varíola do macaco "experimentaram uma erupção cutânea ou enantema [erupção nas mucosas]". As lesões na pele clássicas são geralmente firmes, profundas, bem circunscritas e às vezes umbilicadas, afirma o CDC.

Nos casos anteriores a este surto, as lesões cutâneas eram mais evidentes no rosto, palmas das mãos e solas dos pés. Porém, agora, os médicos têm descrito algo um pouco diferente.

"A erupção cutânea geralmente começou em áreas mucosas (por exemplo, mucosa genital, perianal, oral) e, em alguns pacientes, as lesões foram dispersas ou localizadas para um local específico do corpo em vez de difusa e não envolver a face ou extremidades", diz o comunicado.

O CDC ainda chama atenção para pacientes diagnosticados com varíola do macaco que apresentaram "dor anorretal, tenesmo [vontade intensa de evacuar] e sangramento retal que, ao exame físico, foram associados a lesões cutâneas vesiculares, pustulares ou ulcerativas perianais visíveis e proctite [inflamação na mucosa do reto]".

Por essa razão, o órgão afirma que "apresentação clínica da varíola pode ser semelhante a algumas ISTs, como sífilis, herpes, linfogranuloma venéreo (LGV) ou outras etiologias de proctite".

Até o momento, a varíola do macaco não é classificada como uma IST, embora haja estudos em andamento. Na Itália, pesquisadores encontraram quantidade de vírus capaz de causar infecção no sémen de um paciente.

Todavia, sabe-se que a doença é transmitida por contato próximo, seja por secreção, como saliva, ou por meio da pele, o que ocorre em contato sexual.

Recentemente, a secretária de varíola do Programa de Emergências Sanitárias da OMS (Organização Mundial da Saúde), Rosamund Lewis, disse que as lesões no surto atual estavam, muitas vezes, restritas à região genital dos pacientes.

"Temos a imagem do passado, mas temos [agora] uma proporção maior de casos em que as erupções cutâneas podem começar mais localmente e permanecer mais locais, possivelmente por causa da natureza do contato [sexual]. Estamos vendo mais casos em que as erupções cutâneas começam na região genital – o que não é novo, sempre houve – e com mais frequência tendem a permanecer nela", afirmou em uma transmissão ao vivo.

O conselheiro do Programa de HIV, Hepatite e ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) da OMS, Andy Seale, ressaltou na mesma ocasião que a varíola do macaco "pode ser transmitida por contato sexual, mas não é uma doença sexualmente transmissível".

"Muitas doenças podem se espalhar por contato sexual. Você pode ter uma tosse ou um resfriado por meio de contato sexual, mas isso não significa que sejam doenças sexualmente transmissíveis. Tipicamente, você precisa de uma troca de fluidos vaginais ou sêmen, que têm um elemento de contágio para transmitir a doença [quando é sexualmente transmissível]."

Alguns dias antes de surgirem as lesões na pele, pessoas infectadas pelo vírus da varíola do macaco apresentam febre alta de início súbito (acima de 38,5°C), inchaço dos gânglios linfáticos (linfadenopatia), dor de cabeça e musculares e cansaço.

R7