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A Moderna disse nesta quarta-feira que uma versão atualizada de sua vacina contra o coronavírus produziu uma melhor resposta imune como dose de reforço contra a variante Ômicron do que a vacina original em um estudo.

Os resultados do teste aumentaram as esperanças da empresa de que a vacina seja usada em uma campanha de imunização no outono do Hemisfério Norte. A farmacêutica vai enviar os dados aos reguladores "nas próximas semanas" e espera obter liberação no fim do verão do Hemisfério Norte.

À medida que a demanda geral por vacinas diminui, as empresas têm mudado mecanismos e estão visando um mercado de doses de reforço mais competitivo. No estudo, que não mediu a eficácia da vacina, o reforço, mRNA-1273.214, aumentou em oito vezes os anticorpos neutralizantes do vírus contra a Ômicron.

A Moderna vem estudando a chamada vacina bivalente, que tem como alvo tanto a Ômicron quanto a cepa original do coronavírus para determinar se funciona melhor contra a variante.

Vários estudos mostraram que a imunidade da vacina começa a diminuir com o tempo, e a variante Ômicron escapa parcialmente da proteção de duas doses.

“Prevemos uma proteção mais duradoura contra variantes preocupantes com o mRNA-1273.214, tornando-o nosso principal candidato a um reforço no outono de 2022”, disse o CEO Stéphane Bancel em comunicado.

O imunizante da Moderna não tem autorização de uso no Brasil.

Reuters Internacional

Na última segunda-feira, 06, a secretária de Saúde de Floriano, Caroline Reis e equipe técnica da pasta, realizaram a entrega formal do relatório bimestral ao prefeito de Floriano, Antônio Reis Neto.

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O documento é uma exigência feita pelo gestor para todas as pastas da administração, no qual são listados dados estatísticos e principais ações. No relatório da SMS constam, por exemplo, dados totalizados dos atendimentos da Atenção Primária, Saúde Bucal e Programa Melhor em Casa, dentre outros.  

O relatório destaca também o esforço que a atual gestão da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) tem feito para cumprir seus compromissos legais e institucionais, além de implementar a Política de Saúde no município, dentro dos princípios e fundamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), de forma digna e transparente.

ascom

De acordo com um levantamento chamado “ Convid Adolescentes - Pesquisa de Comportamentos” realizado pela Unicamp, Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) 36% dos jovens entre 16 e 17 anos sofreram pioras na qualidade do sono durante a pandemia de Covid-19 e 12,1% que já possuíam distúrbios relacionados ao sono relataram uma piora.

Esses resultados mostram uma tendência que vem crescendo não apenas no Brasil, os adolescentes estão dormindo menos. O sono adequado é muito importante para a saúde dos adolescentes, segundo um estudo publicado em 2020, Faith Orchard, psicóloga da Universidade de Sussex, no Reino Unido, analisou dados de um grupo de adolescentes de idades entre 14 e 24 anos, aqueles que dormiam mal aos 15 anos eram mais propensos a ter ansiedade ou depressão aos 17 a 24 anos. O ciclo circadiano, a variação que regula o organismo entre o dia e a noite, o “relógio biológico” do corpo, sofre algumas alterações durante a adolescência, essas mudanças ocorrem devido a uma alteração na produção hormonal, principalmente de cortisol e melatonina. O cortisol é responsável por manter o corpo alerta durante o dia, já a melatonina, age preparando o corpo para dormir, com a desregulação dos hormônios ocorrem alguns distúrbios do sono durante a adolescência.

A falta de sono gera efeitos negativos no corpo do jovem e pode influenciar uma tendência de se afastar de familiares e amigos e aumentar a irritabilidade, pondo-o em maior risco de desenvolver depressão.

No entanto, além dos fatores biológicos, há outros fatores que influenciam na desregulação do ciclo do sono dos adolescentes, o uso excessivo de aparelhos eletrônicos, que estimula o estado de vigília do cérebro. Quando a noite se inicia, a melatonina é inibida imediatamente após a detecção de luz, dessa forma a luz emitida pelas telas de aparelhos eletrônicos impede que o usuário sinta sono no horário correto, portanto, é de extrema importância reduzir o uso de eletrônicos antes de dormir.

R7