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O Dr. Neris Júnior, secretário estadual da Sáude, está em Floriano fazendo parte da caravana da Regina Sousa, governadora do Piauí.

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O odontólogo, hoje responsável pela Saúde do Estado, concedeu uma entrevista ao Piauí Notícias e, além de ter citado investimentos para Floriano citou outras ações da sua pasta em varias cidade do Estado. 

Néris estava na companhia do ex-vereador Lauro César, de Floriano, que também é profissional da área da saúde. A entrevista foi pelo Youtube e Facebook do Piauí Notícias.

 

 

Da redação

A adolescência é uma fase de experimentação natural e ultimamente o que está na moda é o Cigarro eletrônico e narguilé. Isso se deve, atualmente, a propagandas de TV, jornais, na internet, algumas pressões de amigos que chamam a pessoa de “antiquada” por não usar... e não é apenas um problema no Brasil, isso também é um problema mundial. Em vários países, as propagandas estimulam o uso do cigarro eletrônico.

Foi realizado uma pesquisa pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), constatou que adolescentes escolares de 13 a 17 anos já experimentaram o cigarro eletrônico, narguilé e outros produtos do tabaco. Essa alta prevalência do tabagismo e a introdução de novos produtos, está se tornando um cenário preocupante, um problema de saúde.

O uso do cigarro eletrônico não é tão nocivo como se pensa. Estudos revelaram que o uso constante desse aerossol, podem produzir efeitos tóxicos no pulmão. Em outros casos, pode aumentar a bronquite e asma, cujo sintomas são a diminuição da vida e mais gastos com a saúde. Outro estudo demonstrou que o uso de cigarro eletrônico após 2 horas, foi relatado cefaleia leve, irritação bucal e na garganta e salivação e após 6 meses, apresentou tosse, danos na boca e garganta e cansaço, sintomas de fumante.

A substância presente no cigarro comum é a nicotina que pode ou não estar presente no líquido vaporizado pelo cigarro eletrônico. Portanto, a dependência orgânica sim pode acontecer quando o cigarro eletrônico contém nicotina. Porém, sabe-se que o vício vem no hábito de fumar. E usando em excesso um cigarro eletrônico que tenha nicotina, a chance de se viciar é alta.

Então o que se fazer na situação em que o filho está usando?

O primeiro passo é a conversa e acolher, sem julgamento. Conversar constantemente com o filho e observar sempre. O diálogo pode ocorrer com os profissionais de saúde e na escola, com o coordenador pedagógico. É sempre estar perto do filho.

R7

O Ministério da Saúde prorrogou até o dia 24 de junho a Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe e Sarampo para os grupos prioritários, com o objetivo de aumentar as coberturas vacinais para as duas doenças.

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De acordo com a pasta, a partir do dia 25 de junho os estados e municípios poderão ampliar a vacinação contra a gripe para toda a população a partir de 6 meses de idade, enquanto tiverem doses disponíveis. Já foram distribuídas cerca de 80 milhões de doses para todo país.

Os grupos prioritários para a vacinação da Influenza são os idosos acima de 60 anos de idade; trabalhadores da saúde; crianças de 6 meses a 5 anos incompletos; gestantes e puérperas; povos indígenas; professores; pessoas com comorbidades ou com deficiência permanente; integrantes das forças de segurança, de salvamento e Forças Armadas; caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; trabalhadores portuários; funcionários do sistema prisional; população privada de liberdade e adolescentes cumprindo medidas socioeducativas.

Os grupos prioritários somam quase 80 milhões de brasileiros e, até o momento, a cobertura vacinal chegou a 44% desse público.

Sarampo

O Ministério da Saúde ressalta que a imunização contra o sarampo faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e as doses ficam disponíveis durante todo o ano. É utilizada a vacina tríplice viral, que também previne contra a caxumba e a rubéola.

Pelo Calendário Nacional de Vacinação, a vacina deve ser aplicada nos bebês ao completarem 1 ano de idade e reforço entre 4 e 6 anos de idade. Também se recomenda a aplicação de uma dose entre os 30 anos e 50 anos de idade, em pessoas não vacinadas na infância ou juventude.

A campanha de vacinação começou no dia 4 de abril e podem se vacinar os trabalhadores da saúde e as crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade.

O Brasil perdeu o selo de erradicação de sarampo em 2019, por causa da queda na cobertura vacinal. Segundo dados do Núcleo de Informação, Políticas Públicas e Inclusão (Nippis), em três anos foram registrados 26 óbitos de crianças abaixo de 5 anos de idade e mais de 1,6 mil internações por sarampo no país, número que não era alcançado desde o início dos anos 2000.

Rio de Janeiro

Na cidade do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde começa amanhã (4) a aplicar a vacina contra a gripe em todas as pessoas a partir dos 6 meses de idade.

Agência Brasil

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Foi realizado nesta quinta-feira, 02, na Câmara de Vereadores, o debate alusivo ao Dia Internacional de Luta pela Saúde das Mulheres e Dia Nacional de Combate à Mortalidade Materna (comemorado dia 28 de maio). O momento foi organizado pela Diretoria de Saúde da Mulher e contou com a participação de diversas organizações civis, em áreas distintas, que lutam por melhorias e avanços da saúde da mulher.

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Ana Márcia Miranda, diretora de Saúde da Mulher, avaliou o papel do SUS no enfrentamento das velhas e novas ameaças à saúde e trouxe o cenário atual da mortalidade materna. Segundo a ONU, 830 mulheres morrem por dia no mundo de causas evitáveis relacionadas a gravidez e ao parto. Outro dado analisado foi que 3 em cada 10 mulheres e recém-nascidos não recebem cuidados nos primeiros dias após o nascimento.  

“O risco de morte materna é mais alto para adolescentes menores de 15 anos e as complicações na gravidez e no parto são algumas das principais causas de morte entre esse grupo em países em desenvolvimento: 1 para cada 4,9 mil partos, segundo a OPAS”, explica Ana Márcia Miranda. 

 Dados da Secretaria de Saúde apontam que em 2021 tivemos 30% de partos normais, desse total, 12,8% de partos em adolescentes. Entre 2017 e 2021, as principais causas de mortes foram: tireotoxicose/pré-eclâmpsia, tromboembolismo/septicemia, choque cardiogênico/cardiopatia e diabetes gestacional. 

Outro assunto abordado pela Dra. Jardeline Correa, palestrante convidada, foi a história das políticas públicas para as mulheres ao longo dos anos no Brasil e no mundo. Já a Dra. Pedra Silgênia abordou os direitos das mulheres e a responsabilidade civil da OAB nesse processo. 

A psicóloga Dra. Idalina de França, coordenadora de saúde mental de Floriano e Jaqueline Monteiro, ambas representando a União Brasileira de Mulheres (UBM) falaram da importante da parceria entre as instituições para o fortalecimento da autonomia e protagonismo da mulher.

ascom