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dorlombarPara aliviar a dor lombar é bom combinar diferentes métodos com a finalidade de obter os melhores benefícios de cada um e assim acelerar o processo de cura.


Um dos mal-estares que os adultos sofrem com maior frequência são as dores na coluna. Ainda que sejam na parte inferior, média ou alta, podem ser realmente intensas e constantes. No entanto, a que mais causa problemas no dia a dia é a dor lombar.

Dessa forma, é considerada um dos principais problemas que causam incapacidade no mundo, de acordo com a Associação Americana de Quiroprática dos Estados Unidos. As estatísticas deste órgão indicam que mais da metade da população trabalhadora deste país revela ter dores de coluna anualmente. Esta situação está levando as pessoas a buscarem aliviar os incômodos com diferentes métodos, incluindo os naturais.

Principais causas da dor de coluna
A parte baixa da coluna se encontra sujeita a uma grande tensão, já que sempre carrega o peso da zona superior. Em termos gerais, o peso da parte superior do corpo é sustentado pela coluna vertebral, suas vértebras sustentadoras e os discos que a compõem. Estes discos funcionam como um amortecedor para evitar que os ossos das vértebras toquem uns nos outros. No entanto, com a idade, estes tendem a se desgastar ou a se lesionar.

Este desgaste acontece com o tempo, devido ao excesso de trabalho ou maus movimentos. Além disso, provoca dor ou rigidez temporal e, em alguns casos, dores crônicas que afetam notoriamente a rotina diária ou o bem-estar das pessoas.

A zona lombar da coluna é a que mais se vê afetada com o passar do tempo. Isso pode ser acontecer devido a causas muito diferentes:

O indivíduo trabalha realizando atividades de muito esforço físico que implicam em movimentos ou posturas incômodas.
O afetado se mantém sentado em seu escritório sem realizar muitos movimentos.
Não perca: 7 alongamentos para aliviar as dores nas costas

Métodos naturais para reduzir a dor lombar
Em todos os casos, é importante consultar um médico para identificar qual é o verdadeiro problema. Identificar a razão da dor na coluna em um paciente é difícil, apesar das técnicas e avanços tecnológicos existentes atualmente. Contudo, o processo é necessário para receber um tratamento adequado. Felizmente, com alguns métodos naturais pode-se evitar a interrupção das atividades diárias e reduzir a dor lombar.

Por outro lado, saiba que a visita ao médico para receber um diagnóstico é muito necessária. Estes tratamentos devem ser levados como uma alternativa para aliviar os sintomas e não como um remédio definitivo.

1. Calor e frio
Uma terapia natural eficaz para diminuir a dor lombar é a aplicação direta de frio e calor. Estas mudanças de temperatura ajudam a reduzir a inflamação, assim como a promover o fluxo de sangue para a área afetada por lesões ou por trabalho forçado. Inclusive pela tensão adquirida ao manter a mesma postura por um tempo prolongado.

Pode colocar compressas de água fria, bolsas de gelo ou gel cobertos com uma toalha diretamente na área da dor para desinflamar.
Para ajudar no fluxo de sangue, use compressas de água quente ou banhos de água morna. Isso relaxa os músculos e elimina os incômodos.
2. Alho

O alho pode funcionar como um remédio natural efetivo para reduzir a dor lombar. Isso se deve ao fato de conter propriedades anti-inflamatórias muito efetivas, devido ao seu conteúdo de alicina. Nesse sentido, a forma mais simples de usá-lo para aliviar esta dor é comendo-o cru. Também pode-se utilizá-lo como um analgésico tópico. Para isso é necessário aplicar um óleo à base de alho.

Ingredientes
10 dentes de alho
4 colheres de óleo de coco (60 ml)
Modo de preparo
Primeiramente, esquente o óleo em uma frigideira e adicione os dentes de alho.
Em seguida, deixe cozinharem em fogo muito baixo até que fiquem na cor marrom.
Posteriormente, coe e guarde o óleo em uma embalagem de vidro.
Também pode fazê-lo a frio, adicionando os alhos no óleo e deixando macerarem por 5-10 dias.


3. Atividade física
Para aliviar as dores musculares e as lombares, o exercício é uma boa terapia natural. É possível começar com um plano de bem-estar para aliviar as dores lombares. Os exercícios de baixo impacto (como os alongamentos leves, nadar ou caminhar) são bons para evitar a rigidez na área. Por outro lado, a vida sedentária afeta muito os músculos que se encontram na parte lombar da coluna. Com o exercício é possível fortalecê-los e evita-se que sofram mais lesões. Quanto mais fortes se mantenham, menos serão os incômodos.

Descubra: 6 exercícios fáceis para eliminar a dor ciática

4. Dormir
Dormir bem alivia incômodos

O cumprimento adequado do descanso físico pode ser a solução para muitos problemas de saúde. Em suma, ao dormir, liberamos endorfinas. Estes hormônios podem ser tão efetivos quanto os medicamentos para a dor. Quando o corpo produz endorfinas, os sinais de dor que são registrados no cérebro diminuem um pouco.

Ademais, o sono reparador alivia a ansiedade, o estresse e a depressão associados com a dor lombar crônica. As pessoas que sofrem com dores na coluna, no geral, também têm algum transtorno do sono.

Além disso, dormir mal pode piorar os sintomas da lombalgia. Dessa forma, é importante resolver ambos males para evitar um círculo vicioso que prejudique a saúde. Em qualquer caso, é necessário buscar assessoria médica profissional.

 

melhorcomsaude

Nos últimos anos, diversos estudos vêm mostrando evidências da relação entre o consumo de bebida alcoólica e câncer. Agora, nova pesquisa reforça: mesmo o consumo moderado de álcool pode aumentar o risco de câncer, especialmente de boca, garganta, estômago e cólon.

O estudo, publicado na revista Cancer, indica que o consumo diário de uma taça e meia de vinho (177ml), uma lata e meia de cerveja (500ml) ou menos de um copo de uísque (35ml) durante 10 anos aumenta o risco de câncer em 5%. Já quem consome duas bebidas de qualquer tipo por dia ao longo de 40 anos está 54% mais propenso a desenvolver câncer.

“Uma bebida por dia provavelmente não é um grande problema. Mas beber demais por longos períodos de tempo pode ser perigoso. Por mais que gostemos de beber, precisamos pensar bem sobre isso”, comentou Masayoshi Zaitsu, da Universidade de Tóquio, no Japão, a The New York Times.

O estudo
Para chegar a este resultados, os pesquisadores japoneses analisaram os hábitos de consumo de 63.232 pacientes com câncer no Japão. Todos os participantes responderam questionários acerca do consumo de álcool e há quantos anos bebiam. Após descartar outros fatores de riscos para o câncer, como tabagismo, hipertensão, diabetes e obesidade, a equipe encontrou uma forte associação entre bebida alcoólica e os cânceres de boca, cólon, estômago e garganta.


Alertas
Apesar dos resultados, os pesquisadores ressaltam que o estudo teve fatores limitantes. Os dados de consumo de álcool, por exemplo, foram baseados em autorrelato e, portanto, não são totalmente confiáveis. Também não foi possível controlar outros fatores para o risco de câncer, como histórico familiar da doença, dieta ou prática de atividade física.

Outra limitação importante está relacionada à população investigada. Os japoneses têm maior prevalência de variações genéticas que os tornam mais lentos na metabolização do álcool, então, os resultados podem não ser aplicáveis a outras populações.

 

Veja

O cérebro rejeita uma informação que contradiz aquilo que já sabemos, o que, na maioria dos casos, significa que funciona bem, porque a princípio essa informação está correta. No entanto, quando um argumento é bom, o cérebro leva isso em consideração? Um grupo de cientistas estudou uma área do cérebro que pode influenciar a forma como assimilamos opiniões contrárias.

A neurocientista Tali Sharot fez uma investigação para tentar responder as perguntas como “porque é que desenvolvemos um cérebro que descarta informações válidas quando estas informações não se encaixam na visão do mundo? Será uma falha na evolução humana?”.

Para tentar responder a estas questões, Sharot realizou um conjunto de experiências para tentar mostrar que o cérebro se recusa a aceitar a opinião de alguém que o contradiga, por mais convincente e válida que esta possa ser.

No estudo, a pesquisadora colocou os participantes para jogar a um gênero de Preço Certo, com o valor de vários imóveis, em que estes recebiam um preço e precisavam decidir se é mais alto ou mais baixo e determinar se apostariam um valor mais alto ou mais baixo, entre um a 60 centavos.

O objetivo seria avaliar o grau de confiança das decisões de cada um. Em seguida, foram mostradas as decisões dos companheiros do jogo e era dada a opção de mudar a quantia apostada.

Para os cientistas, os resultados não foram surpresa. Quando um sujeito dava razão, o outro aumentava a aposta. E, se existisse alguém muito seguro da aposta que fez, então havia muito mais apostas a serem alteradas.

O mesmo não acontecia quando alguém apostava o contrário. “Descobrimos que quando as pessoas discordam, os cérebros não conseguem registar a força da opinião da outra pessoa, o que lhes dá menos motivos para mudarem de opinião”, contou Andreas Kappes, investigador da Universidade de Londres e coautor do estudo.

“As nossas descobertas sugerem que mesmo que os argumentos sejam muito elaborados do outro lado, não vão convencer as pessoas mais motivadas, porque a discordância é suficiente para rejeitá-la. O não cumprimento da qualidade do argumento torna menos provável a mudança de pensamento”, acrescenta Kappes. Citada por El País, Tali Sharot afirma que os cientistas deram um grande passo na compreensão do funcionamento do cérebro.

A equipe de cientistas, liderada por Sharot, observou a atividade cerebral dos participantes recorrendo a ressonâncias magnéticas. A área estudada foi concentrada na região do córtex pré-frontal, que é ativada quando se fala em confiança ou qualidade dos argumentos apresentados, o que nos pode levar a mudar de opinião ou de crenças.

Kappes explica que, se um indivíduo ouvir um médico muito confiante sugerir um tratamento, o cortéx pré-frontal rastreia a confiança do médico e leva o indivíduo a ajustar a sua opinião de acordo com a crença que tem em relação à forma como se deve tratar.

O cientista afirma que o estudo ainda não está completo, uma vez que ainda não foi possível perceber por que motivo “as pessoas discordam e o cérebro não, dando às pessoas poucas razões para mudarem de ideias”.

“A tendência comportamental de descartar informações discrepantes tem implicações significativas para os indivíduos e para a sociedade, porque pode gerar a polarização e facilitar a manutenção de falsas crenças”, conclui Kappes.

Susana Martínez-Conde, especialista em autoenganos da mente, contou a El País que “este estudo é um bom primeiro passo para estudar os mecanismos de viés de confirmação, porque eles encontram uma correlação com as diferenças dessa região do cérebro, mas isso ainda não explica a discrepância entre a nossa opinião e as evidências que nos contradizem.”

Trump como caso de Estudo

Em relação ao estudo realizado por Sharot, Susana Martínez-Conde diz que: “Ouvimos o que queremos ouvir e não aquilo que realmente ouvimos. Não damos o mesmo peso às opiniões que nos contradizem. O problema do viés de confirmação é muito mais amplo e profundo que as posições ideológicas”.

Os investigadores da Universidade de Londres estudaram um caso em que a disposição para aceitar dados que nos contradizem, quando esses mesmo dados suportam aquilo em que queremos acreditar.

Em agosto de 2016, os cidadãos norte-americanos foram questionados sobre quem venceria as eleições desse ano, a maioria apostava em Hillary Clinton. Quando era mostrada uma pesquisa que apoiava essa mesma ideia, não existiam grandes alterações de opinião. No entanto, ao ser apresentada uma pesquisa em que Donald Trump aparecia como vencedor das eleições, os republicanos estavam dispostos a mudar de opinião. Embora acreditassem que Clinton seria a eleita, o seu desejo era que Trump vencesse.

Neste caso, o cérebro recebeu bem os argumentos contrários às suas convicção.

 

dorcabeçaSe você nunca sentiu uma dor de cabeça, algo improvável, saiba que sentirá — e pode ser agora mesmo. Estudos recentes mostram que nove em cada dez pessoas, crianças inclusive, têm algum tipo de cefaleia, a denominação científica para a mais tristemente democrática das condições de saúde. Pelo menos 150 modalidades de cefaleia já foram catalogadas, de diferentes graus de sofrimento, duração e localização.

Alguns fatores, como depressão, ansiedade, uso inadequado de medicamentos, falta de sono e estresse estão entre os principais estímulos do problema. Porém, a BBC listou seis causas inusitadas que também podem contribuir para as terríveis dores. Confira abaixo quais são elas.

Sexo

Algumas vezes, a dor de cabeça pode ser usada como uma desculpa para não fazer sexo. Mas, acredite, existe uma dor de cabeça causada justamente pela atividade sexual.

De acordo com a International Headache Society (IHS), organização britânica sem fins lucrativos que ajuda pessoas que sofrem de dor de cabeça, essa manifestação geralmente começa “como uma dor bilateral que aumenta acompanhando a excitação e que, de repente, se intensifica no orgasmo, mesmo sem qualquer distúrbio intracraniano (observado)”.

O problema já recebeu diferentes nomenclaturas na literatura especializada: dor de cabeça sexual benigna ou dor de cabeça sexual vascular benigna, cefaleia coital ou dor de cabeça coital, cefaleia orgásmica ou dor de cabeça orgásmica.

A intensidade da dor “abrupta e explosiva” pode ocorrer um pouco antes da chegada ao orgasmo. A duração pode variar entre alguns minutos e 72 horas.

Segundo o Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), acredita-se que “as dores de cabeça sexuais se devam a uma pressão que se acumula nos músculos da cabeça e pescoço” conforme avança a relação sexual. Embora inconveniente, essa dor geralmente é inofensiva e não é necessário abster-se da atividade sexual. Medidas simples, como tomar um analgésico antes do sexo pode resolver. Mas, se a dor for constante, o ideal é procurar um médico.

Bruxismo

Se você já acorda com dor de cabeça, o bruxismo noturno, um hábito involuntário de apertar, ranger ou bater dos dentes involuntariamente durante o sono, pode ser o culpado. Nesses casos, a dor é chamada de dor de cabeça atribuída à disfunção temporomandibular (DTM) e é causada pela contração dos músculos da mandíbula. “Ranger os dentes é cerca de 40 vezes mais potente que mastigar”, explicou Nigel Carter, da fundação British Oral Health, à BBC.

Estima-se que 12% dos adultos tenham bruxismo e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 30 milhões de pessoas no mundo tenham DTM. De acordo com Daniel Bonotto, professor do curso de Especialização em DTM e Dor Orofacial da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em artigo escrito no site da Sociedade Brasileira de Cefaleia, este tipo de dor de cabeça apresenta algumas características frequentes: acontecem na região das têmporas e no rosto, pioram com movimentos da boca ou durante a mastigação, pioram com o apertar dos dentes e pioram ao apertar a região das têmporas.

A melhor maneira de resolver isso é ir ao dentista para diagnosticar o problema corretamente e utilizar um protetor bucal feito sob medida para resguardar os dentes durante o sono.

Faxina

Pode parecer desculpa esfarrapada para fugir da obrigação, mas muitas pessoas de fato têm dor de cabeça após limpar a casa. De acordo com o NHS, “os produtos de limpeza doméstica, bem como perfumes e purificadores de ar aromatizados, contêm produtos químicos que podem levar à dor de cabeça”.

Nesses casos, a indicação é evitar usar esses produtos e outros com aroma forte, além de abrir as janelas durante a faxina.

Iluminação

Luzes muito fortes ou brilhantes, especialmente as que piscam, podem causar enxaquecas. De acordo com o NHS, esse tipo de iluminação aciona certas substâncias químicas no cérebro, que “ativam o centro da enxaqueca”.

A recomendação é que pessoas que sofram disso usem óculos de sol dentro e fora de ambientes internos. Lentes polarizadas também são uma opção. “No trabalho, ajuste o monitor do computador ou coloque uma tela protetora antirreflexo. Você também pode desligar certas luzes ou movê-las. Se não puder, mude de lugar no escritório. As luzes fluorescentes tendem a piscar. Se possível, substitua-as por outro tipo de iluminação.”

Sorvete

“Você sente uma dor aguda e pulsante na testa quando come um sorvete? Então você é suscetível a dores de cabeça causadas pelo alimento frio que se move pelo palato e por trás da garganta. Picolés e bebidas geladas têm o mesmo efeito”, diz o NHS.

Segundo a Harvard Health Publishing, a publicação da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, quando o sorvete toca essas partes da boca, faz com que “pequenos vasos sanguíneos nessas áreas se contraiam e depois se expandam rapidamente”.

“Os receptores de dor [localizados] próximos aos vasos sanguíneos detectam desconforto e enviam a mensagem, através de pequenas fibras nervosas, para um nervo maior, que, por sua vez, envia o sinal para o cérebro.”

A boa notícia é que, segundo o NHS, é que essas dores raramente duram mais do que dois minutos e não exigem tratamento.

Postura

A má postura causa “tensão na parte superior das costas, pescoço e ombros, o que pode gerar dor de cabeça”, segundo a NHS. Nesse caso, a dor é latejante e localizada na base do crânio. Às vezes chega ao rosto, especialmente na testa.

O principal conselho é sentar-se em linha reta e deixar a região lombar bem sustentada, além de evitar ficar na mesma posição por um longo período. Segurar o telefone entre a orelha e o ombro enquanto escreve deve ser um hábito abolido, porque a tensiona os músculos.

Vale ressaltar que se você acredita ter problemas de postura, o ideal é procurar um profissional de saúde para diagnosticar e corrigir o problema. A dor de cabeça pode ser apenas uma das várias consequências disso.

 

Veja

Foto: Stockbyte/Thinkstock/VEJA/VEJA