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Mulheres que bebem um copo de leite desnatado por dia apresentam menos riscos de desenvolver artrite nos joelhos ou de agravar a mulher-bebe-leitedoença, de acordo com um estudo. Por outro lado, o hábito não trouxe grandes benefícios para os homens e a ingestão de iogurte não diminuiu os riscos para nenhum dos dois. As informações são do Daily Mail.

 

Para chegar a estes resultados, os pesquisadores coletaram dados da alimentação e mediram o espaço articular entre os ossos de 888 homens e 1.260 mulheres com artrite nos joelhos. Eles tiveram acompanhamento médico pelos quatro anos seguintes e foi constatado que, conforme o consumo de leite crescia, os prejuízos nas articulações das mulheres diminuía. Todas apresentaram o estreitamento do espaço entre as articulações, no entanto, o dano foi menos evidente nas que beberam mais leite.

 

“Nossas descobertas indicam que as mulheres que bebem leite frequentemente apresentam a redução da osteoartrite”, explicou Bing Lu, líder do estudo. “No entanto, é necessário realizar mais estudos sobre a relação entre a ingestão de leite e o regresso da doença”, acrescentou. Ainda segundo o cientista, não está clara a razão pela qual o leite traz estes benefícios às mulheres, mas é provável que esteja associado ao aumento dos níveis de cálcio.

 

 

A artrite é uma doença degenerativa que causa dor e inchaço nas articulações das mãos, quadris ou joelhos. No Reino Unido, mais de 6 milhões de pessoas sofrem da condição, que é mais comum em mulheres.

 

 

Terra

A depressão pode aumentar em até 40% o risco de uma pessoa sofrer insuficiência cardíaca, problema que ocorre quando o coração bombeia o sangue de maneira ineficaz, reduzindo o fluxo sanguíneo pelo corpo. Essa é a conclusão de uma nova pesquisa, que ainda mostrou que quanto mais grave os sintomas depressivos de uma pessoa, maior a chance de ela apresentar a doença cardíaca.

 

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

Pode acontecer em decorrência de qualquer doença que afete diretamente o coração. Acontece quando o coração bombeia o sangue de maneira ineficaz, não conseguindo satisfazer a necessidade do organismo, reduzindo o fluxo sanguíneo do corpo ou a uma congestão de sangue nas veias e nos pulmões. A insuficiência faz com que os músculos dos braços e das pernas se cansem mais rapidamente, os rins trabalhem menos e a pressão arterial fique baixa. A função do coração é bombear o sangue para o corpo e, depois, tirar o sangue das veias. Quando o coração bombeia menos sangue do que o normal, há uma fração de ejeção reduzida. Quando o coração enfrenta dificuldades para receber o sangue novamente, trata-se de uma fração de ejeção preservada, ou insuficiência cardíaca com dificuldade de enchimento do coração. Embora possa acometer pessoas de todas as idades, é mais comum em idosos. Atinge uma média de uma a cada 100 pessoas.

 

O estudo foi feito no Hospital Levanger, na Noruega, e apresentado neste final de semana durante o encontro anual da Sociedade Europeia de Cardiologia, que aconteceu no mesmo país. Os pesquisadores acompanharam, ao longo de onze anos, cerca de 63 000 pessoas e as submeteram a avaliações de saúde física e mental. Durante esse período, foram registrados aproximadamente 1 500 casos de insuficiência cardíaca.

 

Segundo as conclusões, as pessoas que apresentaram sintomas leves de depressão ao longo da pesquisa tiveram uma chance 5% maior de ter insuficiência cardíaca do que aqueles que não demonstraram sinais depressivos. Já entre os participantes que tiveram sintomas graves da depressão, esse risco foi 40% mais elevado.

 

Os resultados se mantiveram semelhantes mesmo após os autores ajustarem os dados em relação a fatores de risco ao coração, como sedentarismo, tabagismo e obesidade. Ou seja, embora pessoas com depressão sejam mais propensas a seguir um estilo de vida pouco saudável, a depressão parece ser capaz de, sozinha, aumentar o risco do problema cardíaco.

 

 

“A depressão aumenta os níveis de hormônios relacionados ao stress, os quais podem induzir à inflamação, levando, assim, ao aumento do risco de doenças cardíacas”, diz Lise Tuset Gustav, coordenadora do estudo. A conclusão da pesquisa, no entanto, precisa ser confirmada por estudos mais aprofundados.

 

 

Veja

cigarroVocê fuma? Há quanto tempo? E a voz, é a mesma de antes? No Bem Estar desta segunda-feira, 7, a cardiologista Jaqueline Issa explicou que o cigarro pode causar alterações na voz, principalmente das mulheres. Com isso, elas acabam adquirindo uma voz grossa e totalmente diferente de como era antes.

 

Isso acontece porque o fumo provoca uma inflamação crônica nas cordas vocais, uma espécie de edema ou acúmulo de muco, que vai engrossando a voz e deixando-a mais rouca, o que é mais perceptível na mulher. Existem casos, inclusive, em que é preciso drenar esse edema já que as cordas vocais não funcionam mais e a pessoa fica sem falar.

 

A médica alerta, porém, que é preciso prestar atenção nessa rouquidão, que pode ser também um sinal de câncer na laringe – a doença representa cerca de 25% dos tumores malignos que atingem essa área e 2% de todos os outros tipos malignos. Além do câncer de laringe, o cigarro pode também aumentar o risco de câncer na boca e língua. Para evitar, é simples: basta parar de fumar, como recomendou o endocrinologista Alfredo Halpern. Em apenas um dia sem fumar, já é possível ter benefícios para a saúde, segundo a cardiologista Jaqueline Issa. É preciso ainda prestar atenção em outros sintomas de problemas na garganta, como dor, dificuldade para engolir ou respirar e sensação de caroço na região.

 

Segundo os médicos, o cigarro pode também afetar a tireoide, causando hipotireoidismo e levando ao ganho de peso, especialmente na região abdominal. Mulheres fumantes com mais de 50 anos, por exemplo, têm entre 3 a 4 vezes mais chances de ter hipotireoidismo do que a população em geral. No entanto, não há relação direta do fumo com o câncer da tireoide já que a maior parte dos casos é de origem hereditária. Em relação ao ganho de peso, a cardiologista Jaqueline Issa explicou que isso pode ocorrer após parar de fumar e, por isso, é importante manter bons hábitos como medida de prevenção.

 

 

Fora a alteração na voz e a rouquidão, o cigarro pode ainda causar também perda óssea nos dentes. Isso acontece porque a nicotina e outros componentes agridem a gengiva e a raiz. De acordo com o ortodontista Gustavo Bastos, à medida que o paciente vai perdendo osso, o suporte dentário vai ficando fragilizado – ou seja, é muito comum que o fumante tenha apenas 2 ou 3 mm de osso suportando os dentes, o que faz com que qualquer pancada ou trauma leve à queda.

 

 

G1

antissepticobucalcacerSe você usa antisséptico bucal mais de três vezes ao dia, talvez seja melhor rever o hábito. De acordo com pesquisa da Faculdade de Odontologia da Universidade de Glasgow, na Escócia, o excesso do produto pode aumentar risco de câncer de boca e garganta. Os dados são do jornal Daily Mail.

 

O resultado apoia um estudo australiano de 2009 que disse que havia “provas suficientes” de que enxaguantes bucais com álcool contribuem para um aumento da probabilidade da doença, porque permitiriam que substâncias causadoras de câncer penetrassem na mucosa da boca com mais facilidade.

 

No novo levantamento, avaliaram 1.962 pacientes com câncer e 1.993 pessoas saudáveis ​​em 13 centros de nove países. Constatou-se também que aqueles com problemas de saúde oral, incluindo os com dentaduras e gengivas sangrando persistentemente, estavam em maior risco.

 

Os cientistas acrescentaram que pode haver uma ligação entre os bochechos excessivos e as pessoas que os utilizam para mascarar o cheiro de fumo e álcool, fatores de risco para o câncer oral.

 

Eles não foram capazes de analisar os tipos de antisséptico bucal causadores do problema, porque eram usados ​​há muitos anos pelos voluntários. “Não aconselharia o uso rotineiro de antisséptico bucal. Para mim, tudo que é necessário, em geral, é uma boa escovação regular com creme dental com flúor e fio dental combinada com check-ups regulares por um dentista”, disse o dentista David Conway. “Há ocasiões e condições para que um dentista prescreva um antisséptico bucal. Pode ser que um paciente tenha um baixo fluxo salivar por causa de uma condição particular ou medicamento que está tomando.”

 

O professor Damien Walmsley, assessor da Associação Dental Britânica, disse que o estudo não foi conclusivo. “Infelizmente, esse comportamento não pode ser dissociado de pessoas que negligenciam a sua higiene oral e raramente, ou nunca, visitam o dentista, como o estudo sugere. Ele também destaca que as pessoas que estão em risco de desenvolver esses tipos de câncer podem estar usando bochechos à base de álcool de forma inadequada para disfarçar fumo ou álcool.”

 

 

Ponto a Ponto ideias