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O Piauí alcançou em 2024 pela 7ª vez consecutiva, 100% de adesão à Avaliação das Práticas de Segurança do Paciente realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Nesta quinta-feira (12), a Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI), por meio da Diretoria de Vigilância Sanitária (DIVISA), reuniu representantes de hospitais públicos e privados com leitos de uti e serviços de hemodiálise do Piauí para fazer a entrega dos certificados referentes aos resultados alcançados na avaliação.

Dentre os hospitais públicos do estado, o Hospital Getúlio Vargas (HGV), Hospital Infantil Lucídio Portella (HILP) e Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella (IDTNP) se destacaram por atenderem a 100% dos critérios definidos na Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente no ano de 2023.

O Hospital Dirceu Arcoverde da Polícia Militar do Piauí (HPM) e o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), de Parnaíba, apresentaram alta conformidade, segundo a avaliação da Anvisa.

Também apresentou classificação em alta conformidade, o serviço de diálise da Clínica Nefrológica do HGV.

“É um resultado que nos deixa bastante felizes, pois acreditamos que a partir dessas práticas, a gente consegue levar um serviço de maior qualidade para os nossos usuários”, comemorou a superintendente de atenção primária à saúde e municípios (SUPAT), Leila Santos.

O evento foi realizado em alusão ao Dia Mundial da Segurança do Paciente, que acontece no próximo dia 17 de setembro, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS).

Na ocasião, a assessora técnica do CONASS, Carla Ulhôa, esteve presente e apresentou o papel do CONASS para o SUS e aos Estados, destacando as principais estratégias da Câmara Técnica de Qualidade no Cuidado e Segurança do Paciente – CTQCSP, além de abordar sobre o tema em alusão ao Dia Mundial da Segurança do Paciente para o ano de 2024 estabelecido pela OMS, “Melhorar o diagnóstico para a segurança do paciente”.

“É muito importante o envolvimento da alta gestão para mudar a cultura de segurança nos serviços de saúde, assim como a maior participação dos pacientes e familiares. Os avanços que o estado de Piauí tem alcançado em relação ao país é de fato incentivador e motivador e isso se deve em boa parte ao apoio da gestão. O Cuidado se não for seguro, ele não é cuidado”, destacou Ulhôa.

Ainda na reunião, a gerente de controle de estabelecimentos de saúde da Vigilância Sanitária do Estado, Romênia Noleto, apresentou sobre o contexto das ações de prevenção e controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e a segurança do paciente no Piauí.

Também foram certificados os hospitais estaduais por aderirem à Avaliação Nacional das práticas de Segurança do Paciente – Hospital Regional Chagas Rodrigues, Hospital Regional Deolindo Couto, Hospital Regional Justino Luz, Hospital Regional Senador Candido Ferraz, Hospital Regional Tibério Nunes e Maternidade Dona Evangelina Rosa.

“Nosso agradecimento a todos os hospitais com leitos de UTI do Piauí e serviços de diálise que participaram da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente. Isso reforça o compromisso dos nossos serviços em buscar a melhoria da assistência prestada e proporcionar maior qualidade e segurança aos seus usuários”, disse a diretora da Vigilância Sanitária do Piauí, Tatiana Chaves.

Sesapi

O Inca (Instituto Nacional do Câncer) e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) firmaram acordo de cooperação técnica para produzir e divulgar conhecimentos científicos sobre os DEFs (Dispositivos Eletrônicos para Fumar), conhecidos como cigarros eletrônicos. Fortalecer as políticas públicas de controle do tabagismo é o objetivo das duas instituições. O principal desafio é contrapor o marketing da indústria de tabaco com dados científicos sobre os danos causados à saúde pelo cigarro eletrônico. A primeira reunião conjunta ocorreu terça-feira (10).

cigarroeletronic

O diretor-geral do Inca, Roberto Gil, disse que o compromisso dos dois órgãos é com a ciência. Estamos alimentando todos os interlocutores com evidências de que esses produtos [DEFs] fazem muito mal e vamos produzir ainda mais dados”, afirmou. Gil destacou que a sustentabilidade do sistema de saúde depende do enfrentamento dos fatores de risco de doenças crônicas, como o tabagismo. “A conta chega lá na frente. Por isso temos que agir agora”.

O presidente da Fiocruz, Mario Moreira, destacou o apoio da instituição à decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de proibir os DEFs no Brasil. Ele considera que a ideia de regulamentação do uso desses produtos atende a interesses apenas do mercado, e não da população e da saúde pública. “A Fiocruz e o Inca são instituições estratégicas nesse debate. Vamos trabalhar juntos para exercer nosso papel técnico na geração de mais evidências científicas sobre a extensão dos malefícios desses dispositivos eletrônicos sobre a saúde humana, especialmente a dos jovens, que têm sido tão impactados”, afirmou Moreira.

Especialistas das duas instituições vão manter um grupo permanente de trabalho para a produção de dados científicos e econômicos sobre o potencial impacto negativo da inserção dos DEFs no mercado.

Agência Brasil

Foto: Divulgação/Ministério da Saúde/Arquivo

Os hormônios da tireoide desempenham um papel crucial em múltiplos processos corporais, e sua disfunção pode afetar diversas áreas, desde o cabelo até as unhas dos pés, alerta o médico Afreen Shariff, em entrevista à revista Self.

hipoitireodismo

O hipotireoidismo, uma condição em que a glândula tireoide não produz hormônios suficientes, pode ser difícil de diagnosticar devido aos sintomas comuns e frequentemente confundidos com outras doenças.

Entre os sinais que podem passar despercebidos estão:

-Ganho de peso

  • Fadiga
  • Menstruações mais intensas
  • Depressão
  • Pele e cabelo secos
  • Cabelo fino
  • Intolerância ao frio
  • Cãibras ou dores musculares
  • Dores nas articulações
  • Ritmo cardíaco lento

Noticias ao Minuto

Foto: © Shutterstock

Pesquisas recentes apontam uma possível relação entre a demência e um estilo de vida sedentário. Sempre foi consenso entre a classe médica que a falta de atividade física afeta o peso e a saúde do coração. Novas pesquisas, no entanto, indicam que também pode afetar negativamente a saúde do cérebro.

sentado

O estudo, desenvolvido pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia e da Universidade do Arizona, nos EUA, examinou o movimento de mais de 100.000 adultos com mais de 60 anos em um período de seis anos para chegar a uma conclusão.

Durante o experimento, os participantes concordaram em usar dispositivos ​​no pulso para medir movimentos 24 horas por dia durante uma semana.

Em meio ao processo de análise, os especialistas concentraram-se numa amostra de aproximadamente 50.000 adultos deste subestudo com mais de 60 anos que não tinham diagnóstico de demência no início do estudo.

Os dados compilados a partir dos dispositivos foram capazes de discernir entre atividades sedentárias necessárias, como dormir, e excessos, como sentar.

Isto, combinado com técnicas de computação avançadas, proporcionou aos investigadores uma medida objetiva do tempo gasto em diferentes tipos de comportamentos sedentários.

Por que ficar sentado tanto tempo aumenta risco de demência? Ao longo de seis anos de acompanhamento, os pesquisadores usaram registros hospitalares de pacientes internados e dados de registros de óbitos para determinar o diagnóstico de demência. Eles encontraram 414 casos positivos para demência.

Embora grandes quantidades de comportamento sedentário estivessem associadas ao aumento do risco de demência, os investigadores descobriram que havia certas quantidades de comportamento sedentário que não estavam associadas à demência. “Ficamos surpresos ao descobrir que o risco de demência começa a aumentar rapidamente após 10 horas de sedentarismo por dia, independentemente de como o tempo sedentário foi acumulado”, disse o autor do estudo, Professor Gene Alexander.

“Isto sugere que é o tempo total passado sedentário que impulsionou a relação entre o comportamento sedentário e o risco de demência, mas, mais importante, níveis mais baixos de comportamento sedentário, até cerca de 10 horas, não foram associados a um risco aumentado”.

Catraca Livre

Foto: © dcdp/DepositPhotos