• IMG_2987.png
  • prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

A leucemia é um tipo de câncer raro que afeta diretamente os glóbulos brancos do sangue, causando a falência do sistema imunológico do paciente diagnosticado, incluindo a medula óssea. Existem muitos tipos, como leucemia linfoblástica aguda, leucemia mieloide aguda e leucemia linfocítica crônica. Muitos pacientes com tipos de leucemia de crescimento lento não têm sintomas. Os tipos de leucemia de crescimento rápido podem causar sintomas que incluem fadiga, perda de peso, infecções frequentes e sangramento fácil ou hematomas.

leucemia

Mesmo com o atual cenário de crescimento tecnológico ainda não se sabe muito sobre um tratamento eficaz e permanente contra a doença, os tratamentos variam dependendo do tipo de caso do paciente. Para leucemias de crescimento lento, o tratamento pode incluir o monitoramento. Para leucemias agressivas, o tratamento inclui quimioterapia, que, às vezes, é seguida por radioterapia e transplante de células-tronco. Entretanto, a ciência está cada vez mais focada em buscar uma cura eficaz e os estudos já estão gerando frutos. No Reino Unido, um tratamento inovador contra a leucemia levou uma paciente de apenas 13 anos ao enfraquecimento e remissão da doença. Alyssa, que recebeu o diagnóstico da doença em 2021, tentou todos os tratamentos convencionais para o câncer, incluindo também a quimioterapia e o transplante de medula óssea.

Em maio deste ano, a menina se tornou a primeira paciente a receber células modificadas geneticamente de um doador saudável. Esse novo tratamento permite que as células procurem e ataquem as células cancerígenas.

O médico Robert Chiesa, responsável pelo tratamento no Great Ormond Street, elogiou a coragem de Alyssa, primeira paciente submetida ao método. “É extremamente emocionante. Obviamente, este é um novo campo da medicina e é fascinante que possamos redirecionar o sistema imunológico para combater o câncer”, disse Great sobre a decisão de Alyssa.

A menos de um mês depois de começar a receber esse novo tratamento inovador, Alyssa recebeu um segundo transplante de medula óssea para restaurar o sistema imunológico e até agora os resultados estão sendo promissores. Alyssa segue sendo observada após a cirurgia por uma equipe que anseia pela resolução deste novo método. A garota está bem e em casa, e segue recebendo acompanhamento médico.

3 min de leitura R7

Foto: Reprodução/Divulgação

O  que se tem de informações é que as farmácias e drogarias, bem como os órgãos onde fazem os testes para detectar o coronavírus - COVID 19,  estão com grande movimento de populares. Nessa segunda-feira, 19, homens e mulheres movimentaram a GRS onde profissionais, com cuidados, procuraram  fazer as dezenas de testes diários. 

justino

A cada dia, pelo menos 12 pessoas estão sendo positivadas com o coronavirus na cidade, foram 250 casos em somente nesses vinte dias de dezembro.

Numa entrevista, um dos profissionais que mais ajudou e ajuda a combater a COVID esteve, mais uma vez, citando sobre o aumento dos casos na cidade.  A entrevista do Dr. Justino Moreira, coordenador médico da Unidade de Pronto Atendimento em Floriano-PI, foi o Ivan Nunes. 

Da redação

O Brasil voltou a registrar aumento nos casos de Covid-19 nas últimas semanas. Estima-se que por trás da nova onda de infecções pelo coronavírus esteja a introdução de uma subvariante da Ômicron, a BQ.1, que é mais transmissível.

Entre as medidas de controle e prevenção recomendadas pelo Ministério da Saúde, estão aquelas chamadas não farmacológicas, como etiqueta respiratória, distanciamento físico, uso de máscaras, higienização das mãos, limpeza e desinfecção de ambientes, isolamento de casos tanto suspeitos como confirmados, bem como a quarentena de seus contatos.

Diferença entre quarentena e isolamento

Ambos são estratégias de saúde pública cujo objetivo é proteger a população e evitar a disseminação de doenças contagiosas, como a Covid-19. O isolamento consiste em separar indivíduos infectados dos não infectados durante o período de transmissão da doença, quando ainda é possível transmitir o vírus em condições de infectar outra pessoa. A quarentena, no entanto, trata-se de uma medida preventiva recomendada para restringir a circulação de pessoas que foram expostas a alguma doença contagiosa no período em que podem ficar doentes, de acordo com o Ministério da Saúde. Quanto tempo manter o isolamento de Covid-19

Tudo depende da apresentação de sintomas e resultados dos testes de diagnóstico. Recomenda-se que pessoas com quadro de síndrome gripal leve a moderado - com confirmação para Covid-19 - iniciem as medidas de isolamento e precaução imediatamente e sejam suspensas após 10 dias da data de início dos sintomas, desde que permaneçam sem febre e sem uso de medicamento antitérmicos há pelo menos 24 horas e com desaparecimento dos sintomas respiratórios.

Segundo o Ministério da Saúde, os pacientes que realizarem testagem (RT - PCR ou teste rápido de antígeno) para Covid-19 com resultado negativo no 5º dia, poderão sair do isolamento, antes do prazo de sete dias, desde que não apresentem febre e sintomas respiratórios há pelo menos 24 horas. Caso o resultado dê positivo, é necessário continuar em isolamento por 10 dias a contar do início dos sintomas.

Aqueles que apresentarem sintomas no 7º dia, devem realizar a testagem. Se o resultado for negativo, a pessoa deverá aguardar 24 horas sem sintomas respiratórios e febre, e sem o uso de antitérmico, para sair do isolamento. Com o diagnóstico positivo, deverá ser mantido o isolamento por pelo menos 10 dias contados a partir do início dos primeiros sintomas, sendo liberado do isolamento desde que não apresente febre ou sintomas respiratórios, e sem o uso de antitérmico, há pelo menos um dia. Diferentes métodos de diagnóstico da Covid-19

Para detectar a Covid-19, o diagnóstico laboratorial pode ser realizado por testes de biologia molecular, testes rápidos ou sorologia.

Biologia molecular: esta permite identificar a presença do material genético (RNA) do vírus SARS-CoV-2 em amostras de secreção respiratória, por meio das metodologias de RT-PCR.

Sorologia: apura anticorpos IgM, IgA ou IgG, os quais são produzidos pela resposta imunológica do indivíduo em relação ao vírus, podendo diagnosticar doença pregressa ou ativa.

Testes rápidos: neste caso, existem dois disponíveis, o de anticorpo e antígeno. Este último detecta proteína do vírus em amostras coletadas de naso/orofaringe, devendo obrigatoriamente ser realizado na fase aguda da infecção, enquanto o primeiro detecta IgM e IgG (fase convalescente), em amostras de plasma, soro ou sangue.

3 min de leitura R7

O Brasil vive aumento na média móvel de mortes por Covid-19, registrando cerca de 130 óbitos diários. Segundo o consórcio de veículos de imprensa, que divulgou novos dados neste domingo (18), a taxa diária de casos conhecidos chegou aos 42 mil, maior índice visto no ano desde 25 de julho.

Nas últimas 24 horas, o país contabilizou 24 falecimentos e mais de 11 mil casos descobertos e confirmados. Enquanto a média semanal de mortes apresentou crescimento de 14%, a média de quadros infecciosos subiu 45% no mesmo período.

As variações de óbitos também foram observadas em cada região do Brasil. Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina tiveram aumento na média de falecimentos. Outros cinco estados estão em estabilidade, sendo eles: Acre, Amapá, Rondônia, Sergipe e São Paulo. Por outro lado, Amazonas e Paraíba apresentam queda no número de mortes.

Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins não divulgaram suas informações até o fechamento do panorama. Vacinação

49,78% da população recebeu a dose de reforço contra a Covid-19, de acordo com dados da última sexta-feira (16). Ao todo, 106.948.663 brasileiros tomaram a terceira vacina, o que representa 59,53% do público vacinável (pessoas com 12 anos ou mais). Os totalmente imunizados, ou seja, quem garantiu apenas duas doses ou dose única, são 80,24% da população total.

9.880.484 crianças de 3 a 11 anos estão completamente imunizadas. A porcentagem que o número reflete é de apenas 37,41% da população infantil que pode receber a vacina.

Vale lembrar que os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Tocantins e Amapá não dividem as taxas de terceira e quarta dose, movimento que pode deixar os índices de reforço inflados.

3 min de leitura