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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) encaminhou ofício, para todos os hospitais da Rede Estadual, suspendendo as cirurgias eletivas ambulatoriais no período de 19 de dezembro a 10 de janeiro de 2023.

A decisão foi uma ação preventiva, que faz parte do plano de contingência para este final de ano, que pretende dar vazão aos pacientes que estão internados. Também motivaram a decisão a dificuldade de fornecimento de insumos,utilizados nos procedimentos, juntos as indústrias produtoras, decorrente da falta de matéria prima.

"Determinamos, ainda, a realização imediata de cirurgia em todos os pacientes internados e na Fila da Regulação Hospitalar nos EstabelecimentosAssistenciais de Saúde(EAS) com a força de trabalho das cirurgias eletivas, respeitando a programação operacional do hospital. Fica a critério do Diretor do EAS a suspensão dos ambulatórios e a realocação dos servidores", explica o superintendente da Rede de Alta e Média Complexidade da Sesapi, Alderico Tavares.

As determinações do ofício não são válidas para o ambulatório de alto risco da Maternidade Dona Evangelina Rosa, cirurgias da regulação, demais procedimentos de urgênciae emergência, oncológicos, procedimentos cardíacos e neurocirúrgico.

Sesapi

A direção do Hemocentro, órgão em Floriano-PI que é responsável por ajudar inúmeras pessoas todos os dias, quando essas estão precisando de sangue, está planejando melhorar o estoque nesse final de ano.

elyomara

Como se trata de um período festivo, a direção sempre se preocupa em deixar o estoque com um bom número de bolsas, para  caso de alguma eventualidade.

O Hemocentro é dirigido pela Elyomara Feitosa que nessa quinta-feira, 15, esteve cedendo uma entrevista ao Ivan Nunes, do Piauí Noticias, sobre as doações. 

Da redação

As emergências internacionais declaradas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) em 2020, para a Covid-19, e em 2022, para a mpox (novo nome da varíola do macaco), "podem em breve deixar de ser uma emergência global prioritária" disse o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

"Um ano atrás, a variante Ômicron matava 50 mil pessoas por semana, e na semana passada havia menos de 10 mil, um número que ainda é excessivo mas marca uma boa bandeja", disse Tedros em entrevista coletiva para revisar o trabalho da OMS em 2022.

No entanto, "o coronavírus não vai desaparecer, vai permanecer, e os países tenderão a aprender a administrá-lo junto com outros problemas respiratórios, como a gripe", disse Tedros, que também avaliou que a queda de 90% dos casos de mpox convida ao otimismo em relação ao fim próximo dessa crise sanitária.

"Percorremos um longo caminho, e a situação agora está significativamente melhor, por isso o mundo está se abrindo novamente. Mas o vírus [causador da Covid] veio para ficar, é quase parte da nossa família, e a chave é como fazer para administrá-lo", apontou Tedros.

"Sabemos melhor, temos ferramentas, como vacinas, tratamentos e, o mais importante, agora temos imunidade da população, tanto pela vacina quanto naturalmente [pelas pessoas que passaram pela doença]", acrescentou.

"O levantamento da emergência internacional [pela Covid] está nas nossas mãos. Trata-se de garantir a proteção dos grupos de risco, como os idosos e as populações vulneráveis", complementou o diretor.

Os critérios para decidir se a pandemia de Covid deve ser uma emergência internacional serão analisados ​​em janeiro na próxima reunião do comitê de especialistas que se reúne trimestralmente desde 2020 para analisar a evolução da crise sanitária, segundo Tedros.

O responsável máximo da OMS ressaltou que, apesar de tanto a crise da Covid como a da mpox estarem diminuindo em número de casos, o mundo ainda enfrenta inúmeros desafios sanitários. Como exemplo, ele referiu os surtos de cólera atualmente declarados em 29 países, incluindo o que matou 280 pessoas no Haiti.

"Até o ano de 2023 há motivos de esperança, mas também muito com o que se preocupar, e nesse sentido a OMS continua empenhada com os países-membros na construção de um futuro mais seguro e garantido para as populações", sublinhou.

Agência EFE

Aumento da COVID-19 faz a direção do HRTN tomar medidas enérgicas. E a Saúde local o que fez? O repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, foi procurar a resposta com a secretária Carolina Reis, da Saúde de Floriano-PI.

caro

Somente no Hospital de Floriano, nos últimos 15 dias, foram mais de 70 casos confirmados do novo coronavírus e, a maioria são pessoas que moram no município. Algumas empresas já tomaram medidas e enérgicas e os clientes somente têm a cesso se tiver usando as máscaras.  

Da redação