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O Corinthiansiniciou sua jornada na fase de grupos da Copa Libertadores de 2026 com um resultado expressivo em território estrangeiro. Na noite desta quinta-feira (9), o Coringão derrotou o Platense por 2 a 0, em partida realizada no Estádio Ciudad de Vicente López, na Argentina.

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O confronto marcou a primeira partida oficial de Fernando Diniz à frente do comando técnico alvinegro, apresentando uma equipe que buscou o controle da posse de bola e a imposição ofensiva desde os minutos iniciais da estreia na Libertadores.

Com o triunfo na Argentina, o Timão assume a liderança momentânea do Grupo E, somando três pontos e um saldo positivo de dois gols.

Na mesma chave, Santa Fe e Peñarol duelaram em solo colombiano, enquanto no Grupo H, a Universidad Central superou o Libertad por 3 a 1 e Rosario Central e Independiente del Valle não saíram do empate sem gols.

A vitória como visitante coloca o clube do Parque São Jorge em uma posição confortável na Libertadores para a sequência da competição mais importante da América do Sul.

NOVIDADES NO CORINTHIANS

A escalação inicial de Fernando Diniz trouxe surpresas que foram determinantes para o desfecho do jogo. O jovem Kaike, escolhido para começar entre os titulares, correspondeu à confiança do treinador e foi o responsável por abrir o caminho da vitória na segunda etapa.

Além dele, o meia Rodrigo Garro se destacou como o principal articulador da equipe, sendo o autor das duas assistências que resultaram nos gols corintianos na noite argentina.

OUTRO JOGO DA NOITE No Grupo H, o Universidad Central bateu o Libertad pelo placar de 3 a 1 e começou no primeiro lugar. Rosário Central e Independiente del Valle fizeram um jogo equilibrado e não saíram do zero.

Futebol interior

Foto: Rodrigo Coca / Corinthians)

A Fifa escolheu três árbitros brasileiros para formarem o quadro de oficiais durante a Copa do Mundo: Raphael Claus (SP), Ramon Abatti Abel (SC) e Wilton Pereira Sampaio (GO).

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O torneio, que será disputado nos EUA, no México e no Canadá de 11 de junho a 19 de julho, ainda contará com cinco bandeirinhas do país: Bruno Boschillia (PR), Bruno Pires (GO), Danilo Manis (SP), Rodrigo Figueiredo (RJ) e Rafael Alves (RS).

Por fim, Rodolpho Toski Marques (PR) atuará como VAR no Mundial.

No total, a Fifa selecionou 52 árbitros, 87 auxiliares e 30 árbitros de vídeo para a competição, que terá 104 partidas no total.

Claus e Pereira Sampaio voltam a participar da Copa depois de representarem o Brasil na competição do Catar, quatro anos atrás. Abatti Abel fará sua estreia no Mundial, mas participou da Copa do Mundo de Clubes no ano passado, assim como Pereira Sampaio.

Os nove brasileiros na equipe de arbitragem são um recorde para o país, que no torneio disputado no Oriente Médio teve sete representantes – naquele ano, Neuza Inês Back se tornou a primeira brasileira a estar numa Copa.

A última vez que o Brasil teve três árbitros numa Copa foi na de 1950, disputada no país. Desde então, sempre um único juiz foi selecionado, com exceção da de 2022.

Veja a lista completa: Árbitros principais Abdulrahman Al Jassim (Catar), Khalid Al Turais (Arábia Saudita), Yusuke Araki (Japão), Omar Artan (Somália), Pierre Atcho (Gabão), Ivan Barton (El Salvador), Dahane Beida (Mauritânia), Juan Gabriel Benitez (Paraguai), Juan Calderon (Costa Rica), Raphael Claus (Brasil), Ismail Elfath (EUA), Espen Eskas (Noruega), Alireza Faghani (Austrália), Yael Falcon Perez (Argentina), Drew Fischer (Canadá), Cristian Garay (Chile), Katia Garcia (México), Mustapha Ghorbal (Argélia), Alejandro Hernandez (Espanha), Dario Herrera (Argentina), Jalal Jayed (Marrocos), Campbell-Kirk Kawana-Waugh (Nova Zelândia), Istvan Kovacs (Romênia), Francois Letexier (França), Ma Ning (China), Adham Makhadmeh (Jordânia), Danny Makkelie (Holanda), Szymon Marciniak (Polônia), Maurizio Mariani (Itália), Hector Said Martinez (Honduras), Amin Mohamed (Egito), Oshane Nation (Jamaica), Glenn Nyberg (Suécia), Michael Oliver (Inglaterra), Omar Al Ali (Emirados Árabes), Kevin Ortega (Peru), Tori Penso (EUA), Joao Pinheiro (Portugal), Ramon Abatti Abel (Brasil), Cesar Ramos (México), Andres Rojas (Colômbia), Sandro Schaerer (Suíça), Ilgiz Tantashev (Uzbequistão), Anthony Taylor (Inglaterra), Gustavo Tejera (Uruguai), Facundo Tello (Argentina), Abongile Tom (África do Sul), Clement Turpin (França), Jesus Valenzuela (Venezuela), Slavko Vincic (Eslovênia), Wilton Pereira Sampaio (Brasil) e Felix Zwayer (Alemanha).

Assistentes Amos Abeigne (Gabão), Mahmoud Abouelregal (Egito), George Lakrindis (Austrália), James Lindsay (Austrália), Mostafa Akarkad (Marrocos), Tomasz Listkiewicz (Polônia), Mohammed Al Abakry (Arábia Saudita), Walter Lopez (Honduras), Mohamed Al Hammadi (Emirados Árabes), Luciano Maia (Portugal), Mohammad Al Kalaf (Jordânia), James Mainwaring (Inglaterra), Saoud Al Maqaleh (Catar), Mihai Marica (Romênia), Taleb Al Marri (Catar), Brooke Mayo (EUA), Ahmad Al Roalle (Jordânia), Jun Mihara (Japão), Lyes Arfa (Canadá), Juan Carlos Mora (Costa Rica), Kyle Atkins (EUA), David Moran (El Salvador), Carlos Barreiro (Uruguai), Tulio Moreno (Venezuela), Micheal Barwegen (Canadá), Alberto Morin (México), Isaak Bashevkin (Noruega), Cyril Mugnier (França), Mahbod Beigi (Suécia), Cristian Navarro (Argentina), Juan Pablo Belatti (Argentina), Kathryn Nesbitt (EUA), Gary Beswick (Inglaterra), Elvis Noupue (Camarões), Daniele Bindoni (Itália), Adam Nunn (Inglaterra), Marco Bisguerra (México), Michael Orue (Peru), Zakaria Brinsi (Marrocos), Benjamin Pages (França), Bruno Boschilia (Brasil), Corey Parker (EUA), Bruno Pires (Brasil), Antonio Pupiro (Nicarágua), Stuart Burt (Inglaterra), Rafael Alves (Brasil), Eduardo Cardozo (Paraguai), Mehdi Rahmouni (França), Gabriel Chade (Argentina), Christian Ramirez (Honduras), Danilo Manis (Brasil), Sandra Ramirez (México), Nicolas Danos (França), Jose Retamal (Chile), Stephane De Almeida (Suíça), Miguel Rocha (Chile), Jan De Vries (Holanda), Facundo Rodriguez (Argentina), Maximiliano Del Yesso (Argentina), Milciades Saldivar (Paraguai), Christian Dietz (Alemanha), Diego Sanchez (Espanha), Boris Ditsoga (Gabão), Zakhele Siwela (África do Sul), Jan Erik Engan (Noruega), Andreas Soderkvist (Suécia), Rodrigo Figueiredo (Brasil), Hessel Steegstra (Holanda), Timur Gaynullin (Uzbequistão), Nicolas Taran (Uruguai), Mokrane Gourari (Argélia), Alberto Tegoni (Itália), Alexander Guzman (Colômbia), Isaac Trevis (Nova Zelândia), Ahmed Hossam Taha (Egito), Andrey Tsapenko (Uzbequistão), Jerson Santos (Angola), Ferencz Tunyogi (Romênia), Bruno Jesus (Portugal), Jorge Urrego (Venezuela), Robert Kempter (Alemanha), Caleb Wales (Trinidad e Tobago), Tomaz Klancnik (Eslovênia), Abbes Akram Zerhouni (Argélia), Andraz Kovacic (Eslovênia), Adam Kupsik (Polônia) e Fei Zhou (China).

VAR Khamis Al-Marri (Catar), Abdullah Alshehri (Arábia Saudita), Mahmoud Ashour (Egito), Ivan Bebek (Croácia), Jerome Brisard (França), Bastian Dankert (Alemanha), Carlos Del Cerro Grande (Espanha), Marco Di Bello (Itália), Joe Dickerson (EUA), Rob Dieperink (Holanda), Hamza El Fariq (Marrocos), Shaun Evans (Austrália), Fu Ming (China), Nicolas Gallo (Colômbia), Antonio Garcia (Uruguai), Jarred Gillett (Inglaterra), Leodan Gonzalez (Uruguai), Tatiana Guzman (Nicarágua), Dennis Higler (Holanda), Tomasz Kwiatkowski (Polônia), Juan Lara (Chile), Hernan Mastrangelo (Argentina), Erick Miranda (México), Mohammed Obaid Khadim (Emirados Árabes), Guillermo Pacheco (México), Fedayi San (Suíça), Juan Soto (Venezuela), Rodolpho Toski Marques (Brasil), Bram Van Driessche (Bélgica) e Armando Villarreal (EUA).

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Foto: Rafael Vieira/AGIF

O técnico Abel Ferreira, do Palmeiras, sofreu uma dura sanção nesta quinta-feira. O treinador foi julgado pela 2ª Comissão Disciplinar do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e punido, ao todo, com oito jogos de suspensão após as expulsões nos jogos contra São Paulo e Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro.

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Nos dois casos, Abel Ferreira foi denunciado e condenado no artigo 258 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), com o adicional do § 2º, II, no clássico contra o São Paulo.

Contra o Fluminense, Abel foi expulso ao término da partida por, segundo o árbitro Felipe Fernandes de Lima, " se dirigir à arbitragem de forma grosseira, gesticulando os braços e batendo palmas de forma irônica". Por este ato, Abel foi julgado e condenado a cumprir dois jogos de suspensão.

Já no clássico contra o São Paulo, Abel foi expulso aos 33 minutos do segundo tempo por "reclamar de forma insistente contra as decisões da arbitragem", segundo relato de Anderson Daronco na súmula. O árbitro da partida também acrescentou que o português o ofendeu com o termo “cagão” após o cartão vermelho. Diante deste cenário e da recorrência dos atos, a comissão do STJD decidiu pela punição máxima, de seis jogos.

Entendimento da auditora no julgamento "A conduta não se limitou a um ato isolado, se desenvolveu de forma contínua, reiterada, progressiva ao longo da partida, com sucessivas manifestações de inconformismo, com linguagem ofensiva, postura hostil. A postura não está diante de uma manifestação episódica de inconformismo, mas sim de um comportamento global de descontrole, reiterado de enfrentamento à autoridade. A conduta é reiterada, progressiva e evidência padrão de comportamento incompatível com a disciplina esportiva", argumentou a Dra. Ana Luiza de Oliveira Ralil, auditora do caso no julgamento relacionado à expulsão no clássico.

"A conduta do técnico Abel Ferreira é marcada por alta competitividade. Nós todos o conhecemos como um grande treinador que ganha títulos, mas é igualmente marcado pelas reclamações frequentes e pelo alto números de cartões e suspensões desde a sua chegada. Até março de 2026, ele acumulou mais de 13 expulsões e pelo menos 30 cartões amarelos. Já foi apenado, no âmbito da justiça desportiva, com ao menos 10 suspensões por partida, desde o início no futebol brasileiro", acrescentou.

"As sanções anteriormente aplicadas não foram suficientes para inibir a reprodução das condutas. Não se pode admitir a normalização de comportamentos dessa natureza no ambiente esportivo. A gravidade da conduta, a reiteração no curso da partida, a escalada do comportamento ofensivo e a ineficácia das sanções anteriormente aplicadas, justificam a fixação da pena em seu patamar máximo", concluiu a auditora do caso.

Situação da punição e próximos jogos As decisões do STJD nesta quinta-feira foram em primeira instância. Portanto, são passíveis de recurso. Conforme apurado pela Gazeta Esportiva, o clube vai recorrer. O Verdão entende que a decisão foi desproporcional em relação aos fatos ocorridos.

Abel Ferreira já cumpriu dois jogos de suspensão automática, ou seja, ainda pode ter outras seis partidas por cumprir. O Palmeiras, segundo soube a reportagem, também irá buscar um efeito suspensivo para que o treinador possa continuar no banco enquanto aguarda o julgamento em segunda instância.

Ao menos por enquanto, o técnico português não deve ficar no banco de reservas no clássico contra o Corinthians, neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. A bola rola às 18h30 (de Brasília), na Neo Química Arena.

Gazeta esportiva

A Copa do Nordeste 2026 teve a sequência da 3ª rodada, nesta quarta-feira, com mais seis partidas. O principal destaque vai para o Sport, que permanece sendo o único a triunfar nos três confrontos disputados até o momento no Nordestão.

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Quem segue rindo à toa, ao menos por enquanto, é o Leão da Ilha. Diante de seus torcedores, na Ilha do Retiro, superou o Retrô por 3 a 0 e aumentou sua série 100% na Copa do Nordeste: gols de Iury Castilho, Barletta e Habraão.

Outra equipe leonina a vencer foi o Vitória. Após estreia ruim, engatou o segundo triunfo consecutivo ao golear — sem sustos — a Juazeirense por 4 a 1 no Barradão: tentos de Renê, Matheuzinho, Lucas Silva e Erick; Marlon fez o de honra.

VOZÃO E VAQUEIRO RESPIRAM

A Arena Castelão teve mais um time 100% na Copa do Nordeste em campo, mas que também foi batido. O Fortaleza até ficou em vantagem numérica, porém perdeu para o arquirrival Ceará por 2 a 0: Fernando e Alex Silva marcaram para selar a primeira vitória. O Fluminense-PI conquistou seu primeiro triunfo após fazer o mesmo resultado no Piauí em jogo no Lindolfo Monteiro: Raimundinho e Léo foram os autores.

O placar se repetiu no Marizão, com o Sousa voltando a vencer no Nordestão, agora diante do Botafogo-PB na reedição da final do Estadual: Felipe Jacaré e Luís Henrique balançaram as redes. No Frei Epifânio, o único empate — por 1 a 1 — da noite na Copa do Nordeste, este entre Imperatriz e Maranhão: Doda marcou pelo Colorado, já Lucão fez a favor do Quadricolor.

Futebol interior

(Foto: Paulo Paiva - SCR)