O Corisabbá, de Floriano, que neste ano de 2026 está de volta à elite do futebol do Piauí, após ser campeão da Série B em 2025, estará recebendo para o terceiro amistoso desde o mês de dezembro a representação da cidade de Altos.
A partida será no Estádio Tiberão e, conforme a organização do jogo, deve começar às 20h Nas últimas partidas amistosas, o Cori venceu o Oeirense, no Estádio Gerson Campos, em Oeiras, por 3 × 0 e, em seguida, empatou com o Dourados comandado pelo Lucimar Feitosa em 01 × 01, no Tiberão.
O Dourados é o atual campeão do Campeonato Baronense de Futebol, edição 2025, evento organizado pela gestão Gleydson Resende e pelo vice Ant|ônio Carlos. A competição deu mais de R$ 50 mil em premiação.
Os grandes clubes do Rio de Janeiro toparam o risco e vão mesmo disputar ao menos as primeiras rodadas do Campeonato Estadual com formações alternativos. Os principais jogadores estão se reapresentando aos poucos e o mais provável é que os titulares só comecem aparecer a partir da terceira rodada, depois de duas semanas de treinos. E até aí, tudo bem. A questão é que como a fórmula de premiação do Carioca deste ano privilegia desempenho esportivo, periga ver um clube do bloco dos chamados pequenos superar Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo no dinheiro arrecadado — fato inédito na história recente do campeonato.
Simplesmente, porque a fórmula de distribuição do dinheiro pago pelos patrocinadores estabeleceu sempre cota fixa para os quatro grandes, com, no máximo, bônus pela conquista do título. Como há 59 anos o título é conquistado por um dos quatro, sobram migalhas para serem repartidas entre os menores. Desta vez, não: basta que um dos grandes tropece na fase de classificação às quartas de final para haver a eliminação de um deles, passando ao menos um pequeno às semifinais. Isso significará um desastre financeiro de até R$ 15,5 milhões na conta de um grande e incremento de, no mínimo, R$ 5,5 milhões na conta de um dos pequenos.
Assim: são dois grupos com seis clubes que se cruzam em jogos só de ida. Os oito classificados recebem R$ 1 milhão e se pegam na quartas: primeiro do A contra o quarto do A; segundo do A contra o terceiro do A — repetindo-se no Grupo B. Presume-se que os dois grandes de cada grupo estarão nos primeiros lugares, evitando o cruzamento na fase seguinte, que vale ao vencedor do confronto os tais R$ 5,5 por chegar à semifinal. Lembrando que nos últimos três anos, pela fórmula dos pontos corridos, houve a presença de um pequeno entre os semifinalistas — com Nova Iguaçu e Flamengo na final edição de 2024.
Ou seja: corre-se o risco de Vasco, Botafogo ou Fluminense ficarem nos R$ 7,6 milhões e até mesmo o Flamengo parar nos R$ 11,5 milhões — cota fixa mais R$ 1 milhão da classificação. Ok: pode somar mais R$ 1 milhão de bônus pelo título da Taça Guanabara. De qualquer forma, seria a primeira vez que um pequeno arrecadaria algo próximo dos quatro grandes. Portanto, é bom que os “times alternativos” se liguem na missão.
O jogador de 29 anos retorna para sua terceira passagem pelo clube da Baixada Santista. Ele chega por empréstimo junto ao Cruzeiro até o final deste ano, com opção de compra.
Gabriel vestirá a camisa 9, que anteriormente pertencia a Tiquinho Soares. Antes da entrevista coletiva, o presidente Marcelo Teixeira fez a entrega do uniforme e comentou sobre a importância da contratação.
— Há certas apresentações em que, ao entregar o manto sagrado, o futebol se mostra essencialmente profissional. No entanto, para alguns atletas, existe um sentimento e uma razão diferenciados, pela história, identidade, raízes, família e pela própria trajetória do jogador, desde as categorias de base até o profissional, passando pela Seleção Brasileira e pelo cenário mundial. Confesso que já entreguei várias camisas, mas algumas têm um significado diferente. E hoje há esse motivo: ver o Gabriel nos jogos escolares, ainda criança, depois adolescente e jovem, ao lado de outras gerações, na sala do meu filho. Tudo isso representa, para nós, uma trajetória. Minha emoção, carinho e sentimento por você e por sua família, ao trazê-lo de volta. Nós que o revelamos e formamos. São enormes, mas você ainda tem muito a nos oferecer. Tínhamos um projeto para que alguns jogadores, entre eles o Neymar, retornassem à Seleção para a Copa do Mundo do ano que vem. E agora, temos dois.
Após as palavras de Marcelo Teixeira, um sócio chamado Gabriel questionou o atacante sobre como se sente ao vestir novamente a camisa do clube. O jogador afirmou que nunca deixou de usá-la, destacou que veste o uniforme do Santos desde a infância e disse estar feliz por retornar à sua casa.
Questionado sobre o que espera do torcedor santista, foi enfático ao afirmar que queria voltar para casa. O Menino da Vila também garantiu que está pronto para estrear pela equipe.
— Muito feliz de estar em casa. Antigamente, eu morava em lugares mais distantes e meus pais me visitavam. Agora, temos um contato diário, passo sempre na casa deles, e isso vai me fazer muito bem. Minha namorada é de Santos, e as famílias estarão próximas. Eu sou santista e estive ali na Jovem, xinguei muito jogador que saiu e depois voltou para jogar aqui. Isso faz parte da minha característica como pessoa e ser humano. O que aconteceu aqui (quando foi xingado na última rodada do Brasileirão, ainda atuando pelo Cruzeiro) foi com uma pessoa só, mas todas as vezes que pude demonstrar carinho, eu demonstrei. Posso prometer empenho e dedicação. É algo que sempre fiz e espero que eles compreendam que as coisas ficaram no passado e que agora estamos juntos. Estou pronto para sábado. Me sinto bem — explicou o atacante Gabigol.
O jogador ainda tinha mais três anos de contrato com a Raposa e comentou sobre o processo de retorno ao clube. Segundo ele, a família foi fundamental para a decisão.
— Em algum momento isso iria acontecer. Sempre quis voltar para casa. Fui criado aqui dentro; desde os oito anos jogo aqui. Tudo começou em casa, com a Rafaella (namorada e irmã de Neymar) e meus pais. Só não esperava que fosse dessa forma. O presidente me conhece desde pequeno e, quando me procurou, não tive dúvidas de que era o momento certo. Tanto eu quanto ele precisamos mais do clube do que o clube de nós - afirmou o atacante.
Agenda Campeonato Paulista: 10.01 - Santos x Novorizontino - 1ª rodada - 16h (de Brasília) - Vila Belmiro
14.01 - Palmeiras x Santos - 2ª rodada - 19h30 (de Brasília) - Arena Barueri
18.01 - Guarani x Santos - 3ª rodada - 20h30 (de Brasília) - Brinco de Ouro
22.01 - Santos x Corinthians - 4ª rodada - 19h30 (de Brasília) - Vila Belmiro
25.01 - Santos x Red Bull Bragantino - 5ª rodada - 16h (de Brasília) - Vila Belmiro
31.01 - São Paulo x Santos - 6ª rodada - 20h30 (de Brasília) - Morumbis
08.02 - Noroeste x Santos - 7ª rodada - 16h (de Brasília) - Alfredo de Castilho
15.02 - Santos x Velo Clube - 8ª rodada - 20h30 (de Brasília) - Vila Belmiro
O Palmeiras passou por uma intensa reformulação no ano de 2025, com diversas chegadas e saídas, além de um investimento de cerca de R$ 700 milhões. Com isso, algumas das peças novas passaram a ganhar mais espaço no time, enquanto outras viram a concorrência aumentar. A Gazeta Esportiva separou três atletas que acabaram perdendo espaço no clube.
Marcelo Lomba Marcelo Lomba começou a temporada de 2025 como segundo goleiro, reserva imediato de Weverton. No meio do ano, ele viu a disputa pelo gol se intensificar com a chegada de Carlos Miguel, que estava no Nottingham Forest, da Inglaterra. Inicialmente, o técnico Abel Ferreira falou que a hierarquia seguia a mesma, com o ex-Corinthians chegando para ser o terceiro reserva.
Contudo, o cenário mostrou-se diferente assim que Weverton sofreu uma fissura na mão direita, em outubro.
Com a baixa do camisa 21, Carlos Miguel foi quem assumiu a titularidade e terminou o ano com 12 partidas, enquanto Marcelo Lomba fez apenas seis. Apesar disso, o Palmeiras segue vendo Lomba como peça fundamental no vestiário do time e, por isso, decidiu renovar seu contrato por mais uma temporada.
Raphael Veiga Ídolo da torcida do Palmeiras, Raphael Veiga teve um ano de oscilações. Em 2025, o camisa 23 perdeu espaço em sua posição de origem, mas acabou sendo acionado, em algumas oportunidades, de forma improvisada. Desde que se firmou no time, fez sua temporada com menor número de jogos: 53, sendo 31 como titular. Além disso, terminou o ano com sete gols e dez assistências, a marca mais baixa desde 2020.
A temporada de Veiga também ficou marcada por um pênalti perdido na final do Campeonato Paulista, contra o Corinthians. O meia desperdiçou a chance de igualar o placar agregado e viu o rival levar a taça. Na reta final da temporada, o meia ganhou um fôlego ao ser decisivo na vitória por 4 a 0 sobre a LDU, duelo que marcou uma virada histórica na Libertadores e inclusive foi titular na decisão, que terminou com o vice para o Verdão.
Assim, o meia vai para 2026 buscando retomar seu espaço e continuar construindo sua história no clube do coração.
Aníbal Moreno Aníbal Moreno não conseguiu repetir sua boa temporada pelo Palmeiras e 2025. O argentino teve um ano de altos e baixos e acabou perdendo a titularidade, vendo Emiliano Martínez e Lucas Evangelista, que chegaram como reforços para o último ano, ganharem minutagem. Apesar de não ter seu melhor ano no clube, ele somou uma convocação à seleção argentina, a primeira de sua carreira.
O ex-camisa 5 falhou em momentos determinantes da temporada e foi criticado pela torcida. Ao fim da temporada, recebeu proposta do River Plate e foi vendido ao time argentino, encerrando sua breve passagem pelo Verdão com 117 jogos, quatro gols e seis assistências.