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O garoto Dal de Souza Santos, 11 anos, que é morador da comunidade Miroró, zona rural de Floriano-PI, foi a primeira criança vacinada na cidade contra o novo coronavírus.

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Dal de Souza estava acompanhado da mãe que o segurava no colo, pois o mesmo tem problemas de saúde.  Estavam na ocasião o vice-prefeito Antônio Reis Neto, o secretário James Rodrigues, da Saúde, e vários servidores da pasta. Veja a reportagem. 

Da redação

A Secretaria Municipal de Saúde de Guadalupe, atualizou o boletim Covid-19 para o Município na noite desta Segunda-Feira, dia 17 de Janeiro de 2022. Sem o registro de novos casos e dois pacientes recuperados, o número de casos ativos volta a cair e agora são apenas seis.

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O Município que já registrou 1.479 casos positivos, 1.460 pacientes recuperados e 25 óbitos, chegou a zerar o número de casos por duas vezes em 2021, enfrentou uma nova onda entre dezembro de 2021 e Janeiro 2022, volta agora a apresentar um quadro de estabilidade, sem nenhum caso suspeito ou internações.

Apesar deste quadro positivo, a Secretaria de Saúde segue com o alerta para que a população mantenha os cuidados necessários, para se proteger e evitar a proliferação da doença, a pandemia ainda não acabou.

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Dr. Justino Moreira, coordenador do Setor Covid do hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano, numa entrevista ao Ivan Nunes, do Piauí Notícias, esteve se manifestando sobre os casos de COVID-19 e quanto a vacinação para o público menor de idade. 

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Várias doses da vacina chegaram na cidade, de acordo com a Regional de Saúde. A entrevista foi concedida na manhã de hoje, quando o profissional estava em mais um plantão na cidade. 

Da redação

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, concluiu que a esclerose múltipla — doença degenerativa para a qual não há cura — provavelmente está associada a uma infecção prévia pelo VEB (vírus Epstein-Barr).

antivirais

Os resultados foram publicados no último dia 13 na renomada revista Science. "Este é o primeiro estudo que fornece evidências convincentes de causalidade", disse em comunicado o professor de epidemiologia e nutrição Alberto Ascherio, da Escola de Saúde Pública T.H. Chan, da Universidade Harvard.

A esclerose múltipla é uma doença autoimune que ataca o sistema nervoso central levando à incapacidade total do indivíduo em casos mais severos.

Os sintomas incluem formigamento nas extremidades, no tronco ou na face, fraqueza ou atitudes desajeitadas em um membro inferior ou na mão e distúrbios visuais. A doença afeta também a parte cognitiva, levando a quadros de desatenção e dificuldade de julgamento.

O vírus Epstein-Barr, também conhecido como herpesvírus humano 4, é o causador da mononucleose infecciosa, mas também está associado a alguns tipos de câncer, como o linfoma de Hodgkin.

O EBV pode, segundo os pesquisadores de Harvard, após a mononucleose infecciosa, "estabelecer uma infecção latente e vitalícia no hospedeiro".

O grande desafio do estudo foi estabelecer uma relação causal entre o vírus e a esclerose múltipla.

Isso porque se estima que o EBV infecte cerca de 95% dos adultos, enquanto a esclerose múltipla é uma doença relativamente rara, com sintomas que podem demorar até dez anos para surgir após o contato com o vírus.

Para determinar a conexão, os cientistas analisaram mais de 10 milhões de jovens adultos na ativa nas Forças Armadas dos EUA. Eles coletaram amostras de soro dos militares a cada dois anos.

Identificou-se que 955 deles foram diagnosticados com esclerose múltipla durante o período de serviço.

Como o acompanhamento foi periódico, eles conseguiram verificar desde o início quais já tinham tido contato com o EBV e os que tiveram contato ao longo do estudo.

Entre os que foram infectados pelo vírus Epstein-Barr no primeiro ano de serviço, o risco de esclerose múltipla aumentou em 32 vezes.

"Os achados não podem ser explicados por nenhum fator de risco conhecido para EM [esclerose múltipla] e sugerem o EBV como a principal causa de EM", acrescenta o comunicado.

A pesquisa abre caminho para uma abordagem preventiva em relação ao vírus Epstein-Barr, salienta o professor Ascherio.

“Atualmente, não há como prevenir nem tratar efetivamente a infecção pelo EBV, mas uma vacina contra o EBV ou direcionar o vírus com medicamentos antivirais específicos para o EBV poderia prevenir ou curar a EM.”

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Foto: Reprodução/PLoS