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O uso da internet por idosos cresceu mais de 50% no Brasil. É o que diz um estudo da Universidade Aberta da Catalunya, que utilizou os dados do nosso país. Ainda segundo o estudo, a proporção de pessoas usuárias de internet com até 44 anos é acima da média do país.

Apesar do aumento de 56% entre 2015 e 2017, só uma em cada quatro pessoas idosos utilizou a internet em 2017. O estudo também encontrou maior uso de tecnologias entre idoso mais escolarizados, o que mostra que a educação ou seguir estudando ao longo da vida melhora nossa relação com a tecnologia.

Mas quais os benefícios das tecnologias para os idosos? O consultor do Bem Estar e especialista em longevidade Jorge Félix explica que hoje temos muitos aplicativos disponíveis nos smartphones (calculadora, banco, supermercado, relógio, TV, mapas) e eles trazem mais independência para o idoso.

Além disso, a tecnologia evita o isolamento, ensina coisas novas e aumenta o acesso a serviços públicos e até a resultado de exames.


Mas atenção! É preciso alertar os idosos sobre as notícias falsas, chamadas fake News. A primeira dica é sempre desconfiar e ver de onde veio a notícia, se é de um lugar confiável. Promova a conversa com pais e avós sobre o conteúdo. E por fim, e o principal, explique que não devemos compartilhar tudo que aparece na tela.

 

G1

 

Estar perto da natureza é benéfico em diversos aspectos. Ajuda a diminuir os níveis de estresse, melhora o sistema respiratório e pode até auxiliar em problemas comportamentais das crianças.

Mas, uma nova vantagem foi descoberta recentemente. De acordo com pesquisa realizada no Reino Unido, publicada na Revista Health & Care, o contato com a natureza pode diminuir o desejo por chocolate, cafeína e álcool.

Natureza ajuda a diminuir vontade de comer

Os pesquisadores concluíram que os participantes que tinham mais contato com a natureza no dia-a-dia sentiam menos vontade de consumir os alimentos listados e a nicotina. Além disso, o resultado foi melhor para quem tinham vista para áreas verdes e também para aqueles com acesso a jardins.
Dependência à nicotina

O estudo contou com 149 participantes com idades entre 21 e 65 anos. Todos realizaram uma pesquisa online, em que as respostas deveriam ser dadas em escalas de 1 a 11 pontos. As perguntas eram sobre demografia, ambiente local, saúde mental e desejos por alimentos como chocolate, cafeína e álcool.

 

Além desses alimentos, a pesquisa também incluía a dependência de nicotina. Com esses dados os especialistas puderam determinar a porcentagem de espaços com áreas verdes que faziam parte do cotidiano dos participantes e assim, entender qual a influência na saúde.

Minhavida

Apenas um em cada três homens com alto risco de infecção por HIV toma medicamento para prevenir a transmissão do vírus, de acordo com um levantamento do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), do governo dos Estados Unidos.

A PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) é um tratamento preventivo com medicamentos antirretrovirais utlizado antes da exposição ao vírus para evitar a infecção pelo HIV. Em muitos países, faz parte da estratégia para conter a epidemia da doença. No Brasil, esse tratamento é oferecido pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
Foram analisados 7.873 homens negativos para o HIV entre 2014 e 2017 em 20 cidades norte-americanas com alto risco de contrair a doença, entre eles, aqueles que tiveram parceiro com HIV positivo ou pelo menos dois parceiros sexuais masculinos em um ano sem uso de preservativo.

O estudo constatou que o uso da PrEP aumentou de forma acentuada nesse período, de 6% para 35%, mas variou de acordo com a raça. Cerca de 42% dos homens brancos de alto risco tomam o medicamento, 30% dos homens hispânicos e 26% dos homens negros.


No Brasil, cerca de 38% dos cadastros para receber a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) ocorreram entre janeiro e maio deste ano, segundo o Ministério da Saúde. Desde que o tratamento foi disponibilizado pelo SUS, em janeiro do ano passado, 11.034 pessoas se cadastraram para usar a PrEP. Desse total, 4.152 se inscreveram nesse período.

A PrEP é a combinação de dois medicamentos (tenofovir e entricitabina) que bloqueiam alguns caminhos que o HIV usa para infectar o organismo. É administrada por meio de um comprimido por dia.


Esse tratamento preventivo é oferecido gratuitamente aos grupos considerados mais vulneráveis à infecção pelo HIV que são homossexuais e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), pessoas trans, trabalhadoras do sexo e casais sorodiferentes, de acordo com o Ministério da Saúde.

De 2007 até junho de 2018, foram notificados mais de 247 mil casos de HIV no Brasil. Nesse período, 68,6% dos casos ocorreram em homens e 31,4% em mulheres. A faixa etária mais afetada é entre 20 e 34 anos (52,6%).

 

R7

lentcontatoPesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, criaram uma lente de contato robótica que pode ser controlada pelos movimentos oculares. Se a pessoa piscar duas vezes, por exemplo, a lente pode dar zoom na visão, tanto para aumentar quanto para diminuir.

Os cientistas estudaram o potencial elétrico do olho, chamado de sinal eletro-oculográfico e, então, desenvolveram as lentes que funcionam a partir desse impulso.
A lente de contato é feita de polímeros e é controlada por cinco eletrodos em volta do olho que agem como músculos.

 

Os pesquisadores afirmam que as lentes podem ser usadas em próteses visuais, óculos ajustáveis e robótica operada no futuro e devem ajudar a criar olho protético.


"Muitas pessoas que têm um olho que não enxerga nada ainda podem mover seu globo ocular e gerar o sinal eletro-oculográfico”, afirmou Shengqiang Cai, um dos cientistas responsáveis pela pesquisa, ao site New Scientist.

 

Tecnologia e Ciencia

Foto: Pixabay