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Pais de primeira viagem mergulham em um novo universo. Quando o bebê chora é preciso identificar o que ele está precisando. Fome? Sono? Fralda suja? Nos primeiros meses, tudo é mistério. E uma das dúvidas é em relação a higiene correta dos bebês.

Por exemplo: você sabe identificar a infecção urinária em bebê? E como prevenir?

A limpeza correta dos órgãos genitais evita a infecção. A consultora do Bem Estar e pediatra Ana Escobar mostrou como deve ser feita a higienização. “O cocô não pode entrar em contato com a uretra. Por isso, limpe primeiro o cocô, sempre no sentido da região genital para o ânus e tenha certeza que não sobrou nenhum resíduo”. Lembre-se de limpar o bumbum do bebê antes do banho para evitar levar sujeira para a água da banheira.

A infecção urinária em bebês tem alguns sinais. Febre, diminuição do apetite e estabilidade no peso (deixar de ganhar peso) podem indicar a infecção. Sempre que um recém-nascido tem febre, a primeira indicação do pediatra é fazer exame de urina.

A partir de um ano, os sintomas ficam mais definidos: dor para fazer xixi, necessidade urgente de fazer xixi com frequência, febre e desconforto.

 

G1

O casal de empreendedores da área da saúde em Floriano-PI, o  Dr. Randal Carvalho e a Dra. Aline, está neste momento em São Paulo participando de uma capacitação.

O ultrassonografista Randal e a neuropsicóloga Aline, juntos detém várias especialidades e participam do treinamento por cerca de duas semanas.

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"São duas semanas de qualificação profissional e cultura, com o objetivo de proporcionar aos clientes um atendimento personalizado, humanizado e de alto padrão", externou a Dra. Aline ao Piauí Notícias..

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No registro, o médico ultrassonografista Randal Carvalho que atua na àrea há 16 anos. Ele está em capacitação de Ultrassonografia Geral, na unidade Cetrus, em São Paulo (SP).

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A Psicóloga e Neuropsicóloga Aline Randal está, em desenvolvimento do Projeto Maternagem que será apresentado a comunidade florianense em breve. O projeto visa o acolhimento psicológico e nutricional de gestantes.

Com  informações da ASCOM

A má postura e a flexão da coluna e do pescoço para mexer no celular ou trabalhar pode ocasionar um problema que lembra até personagem de filmes: a corcunda. Porém, segundo o ortopedista Raphael Marcon, especialista em coluna do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, a questão postural não é a única causa da cifose.

"A corcunda, ou cifose, pode ser pela postura inadequada ou por uma questão estrutural do corpo. Quando essa corcunda é estrutural, ela pode ocorrer por diferentes problemas e de acordo com a faixa etária", explica o médico.


De acordo com Marcon, a cifose pode acometer adolescentes em duas ocasiões, a cifose de Scheuermann, quando ocorre uma alteração na placa de crescimento das vértebras, ou por uma má formação vertebral. O ortopedista afirma que sessões de RPG (Reeducação Postural Global) podem minimizar o problema, mas não o corrige.

Porém, se esse adolescente ainda estiver dentro da faixa etária de crescimento, até os 15 anos, no caso da cifose de Scheuermann, o uso de coletes pode ajudar o quadro. Quadros mais graves dessa cifose e por vértebral com má formação podem necessitar de cirurgia para correção.
Entre as complicações possíveis estão dor nas costas e, em casos mais graves, o problema pode gerar compressões de nervos, ocasionando desde perda de força até paraplegia.

Já entre os idosos, o problema pode se tornar comum devido à osteoporose. Segundo Marcon, as microfraturas geradas pela doença fazem com que a coluna se curve ao longo dos anos. Nesses casos, a cifose não pode ser revertida, mas há a recomendação do tratamento da osteoporose e cuidados para que não ocorram fraturas na coluna. A prática de exercícios e reabilitação, como o RPG, também é recomendada.


Já o desenvolvimento da corcunda pela má postura pode provocar complicações. "Pessoas que ficam com o pescoço flexionando permanentemente têm uma maior probabilidade de desenvolver hérnias de disco cervicais. A postura errada gera dor, mas pode ser, não só prevenida, como corrigida com atividade física em geral e RPG", afirma o ortopedista.

Uma das opções para auxiliar na postura são os corretores posturais, que prendem os ombros com faixas elásticas, ou os coletes. Porém, Marcon afirma que o acessório não é indicado em todos os casos. "Esses coletes podem ser usados por pacientes com esteoporose, por exemplo, para melhorar as dores de fraturas e a sua cicatrização, mas, esse uso deve ser temporário, visto que o uso a longo prazo pode atrofiar a musculatura das costas, se tornando mais prejudicial do que benéfico".

O médico explica que, na maioria dos casos, a corcunda se trata apenas da curvatura da coluna, mas há exceções. É o caso do famoso personagem Quasímodo, do romance do escritor francês Victor Hugo, O Corcunda de Notre-Dame (1831), que possui neurofibromatose.

Nesses casos, além da curvatura da coluna, há também a formação de pseudotumores chamados neurofibromos. Assim, além da deformação da coluna, há também a deformação causada por esses pseudotumores não cancerígenos. Marcon afirma que quem possui essa condição precisa realizar cirurgia, visto que as formações tumorais podem gerar compressões na coluna e também levar à paraplegia.

Para evitar a formação de uma corcunda postural, o médico recomenda que as pessoas não permaneçam muito tempo na mesma posição, alongando o corpo e levantando para caminhar durante o trabalho, além de atividades físicas com regularidade.

 

R7

O Brasil de 2050 deve ter uma cara bem diferente dos dias atuais. Se em 2019, a população com mais de 60 anos já ultrapassa 20 milhões, restam somente 20 anos para que esse número dobre. É o que diz Alexandre Kalache, epidemiologista especializado em envelhecimento e presidente do Centro Internacional de Longevidade no Brasil. Durante o 8º fórum LIDE de Saúde e Bem-estar, realizado em São Paulo, o especialista explicou que o país passa por uma verdadeira revolução de longevidade, mas não está preparado para ela.

“Os países desenvolvidos se tornaram ricos e depois envelheceram. Nós estamos envelhecendo em um contexto de pobreza e muita desigualdade, seja Rio ou em São Paulo, onde o metro quadrado mais caro do Brasil, no Morumbi, fica a 800 metros de Paraisópolis, a maior favela da cidade. A diferença de expectativa de um lugar para o outro é de 20 anos.”

Nos últimos 50 anos, a expectativa de vida média do brasileiro vem aumentando em todos os grupos sociais. No entanto, é a qualidade desse envelhecimento que está em jogo, e os anos finais serão ditados pelo estilo de vida durante a juventude.”

“Se compararmos dois indivíduos que nascem mais ou menos com o mesmo risco para doenças crônicas, à medida que nós envelhecemos, o fator idade aumenta o risco. Aquela grande diferença no final da vida entre os 85 e 90 anos não se dá essencialmente pela idade, mas pelos estilos de vida que você abraçou ou pôde abraçar. ”


No país em que a morte por sepse em hospitais públicos chega a ser o dobro de privados, o ponto de partida da maratona pela longevidade não é igual para todos, e também passa pelo tratamento dos médicos aos pacientes: “Como é possível prolongar a longevidade se não têm especificidades? Quantas mulheres grávidas ouvem de médicos que negras não precisam de anestésicos porque são mais resistentes à dor? ”, critica Kalache, referindo-se aos índices de violência obstétrica no país.

Leia também: Maioria de mortes maternas ocorrem entre mulheres negras e jovens

Para responder às demandas de uma sociedade cada vez mais velha, o especialista defendeu a criação de centros de pesquisa sobre envelhecimento e teceu críticas à recente suspensão de contratos com produtores de 18 medicamentos de distribuição gratuita: “A necessidade dos medicamentos não vai desaparecer. Se você não trata uma hipertensão direito, em menos de 5 anos, pode virar um derrame. No fim das contas, vai custar mais para o setor público", finaliza.

 

R7