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Cientistas chineses alertam que o hábito nada higiênico de fazer xixi na piscina pode causar problemas de saúde, incluindo dificuldades respiratórias. Isto porque a urina misturada ao cloro faz com que processos químicos causem prejuízo ao corpo, segundo informações do site inglês Daily Mail.

 

 

"Se os nadadores pararem de urinar nas piscinas, a qualidade da água e do ar melhoram muito independente dos outros tratamentos convencionais que a piscina recebe", explica o cientista responsável pelo estudo, da China Agricultural University.

 

Os cientistas analisaram amostras da água de diversas piscinas e, em contato com produtos químicos, mostravam quais tinham suor e urina. Aquelas que tinham ácido úrico reagiram de forma severa com o cloro usado na limpeza das águas, dando origem à moléculas de cloreto de cianogênio, composto que pode afetar pulmão, coração e sistema nervoso central, caso seja inalado.

 

Estudos anteriores mostravam ainda ligação entre este composto químico ao comprometimento da função do pulmão em nadadores adultos, além de coceira nos olhos, coriza e perda de voz.

 

Terra

 

 

 

pressaoTalvez seja benéfico medir a pressão arterial dos dois braços em vez de apenas de um. A diferença entre essas leituras constitui um fator de risco independente de doença cardíaca, sugere um novo estudo.

 

 

Usando dados de um estudo de saúde extenso, pesquisadores examinaram 3.390 pessoas com mais de 40 anos sem doenças cardiovasculares, e as acompanharam durante um período médio superior a 13 anos. Durante o estudo, 598 participantes sofreram um primeiro ataque cardíaco, derrame ou outro problema cardiovascular. Mais de um quarto dessas pessoas apresentou uma diferença de 10 ou mais da pressão sistólica (maior valor verificado durante a medição) dos dois braços, que é medida em milímetros de mercúrio.

 

O estudo foi publicado na edição de março do periódico "The American Journal of Medicine" e descobriu que uma diferença de 10 nas duas leituras aumentava o risco de incidentes cardiovasculares em aproximadamente 38%. O aumento não teve relação com as variáveis idades, colesterol, índice de massa corporal, hipertensão e outros fatores conhecidos de risco cardiovascular.

 

O estudo não incluiu exames e testes físicos. Entretanto, outros estudos associaram o estreitamento da artéria subclávia, que envia o sangue aos braços, ao aumento das diferenças entre as pressões arteriais dos dois braços.

 

O que fazer ao medir sua pressão arterial? "Duas coisas: relaxar antes de medir a pressão arterial e repetir a medição várias vezes em ambos os braços para verificar se há divergência entre os valores", afirmou Ido Weinberg, principal autor do estudo e instrutor de Medicina da Universidade Harvard.

 

 


Nicholas Bakalar

 

The New York Times

 

aluminioResolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta sexta-feira, 7, no Diário Oficial da União suspende a distribuição, o comércio e o uso dos lotes 3177 (Fab. 03/2012 Val. 03/2014), 3207 (Fab.07/2012 Val. 07/2014) e 3216 (Fab. 08/2012 Val. 08/2014) do medicamento Hidróxido de Alumínio 60mg/mL - marca Alumimax, fabricados pela empresa Natulab Laboratório S.A.

 

 

 

De acordo com o texto, laudos emitidos pelo Instituto Adolfo Lutz apresentaram resultados insatisfatórios nos ensaios de aspecto e grau de acidez. A Anvisa determinou ainda que a empresa fabricante promova o recolhimento de todo o estoque existente em mercado referente aos lotes citados.

 

Agência Brasil

Foto: Divulgação

Pelo terceiro ano consecutivo, desde que passaram por um processo de reestruturação, os hospitais regionais e estaduais do Piauí registram um baixo número de transferências de pacientes para Teresina, no período de carnaval. O balanço foi divulgado, nesta sexta-feira, 7, pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). Foram encaminhadas 122 pessoas para unidades de saúde como o Hospital de Urgência (HUT) e Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER), e hospitais particulares. Dos 122, 78 pacientes tiveram como destino de atendimento o HUT.

 

 

Os hospitais que mais transferiram pacientes, no quatro dias de carnaval, foram as unidades de saúde de Campo Maior e Floriano, 14 cada, seguidas por Oeiras (12) e Esperantina (11). Já o Hospital Regional Dr. Francisco Ayres Cavalcante, em Amarante, e o Hospital Estadual Júlio Borges de Macedo, em Curimatá, não enviaram pacientes para a capital no período de folia.

 

Segundo o levantamento, nem todos os pacientes transferidos tiveram como destino a capital. É o caso de Corrente, que enviou para Bom Jesus os três pacientes que transferiu durante o carnaval. São João do Piauí enviou dois pacientes para Floriano. São Miguel do Tapuio enviou um paciente para Campo Maior. O Hospital José de Moura Fé, de Simplício Mendes, transferiu um único paciente, este para Oeiras. Já São Raimundo Nonato encaminhou uma paciente para a MDER, um para HUT e outro para Natan Portela.

 

“Isso mostra que a resolutividade entre os hospitais está funcionando”, afirma o secretário de saúde, Ernani Maia.

 

Para o superintendente de assistência à saúde da Sesapi, Pedro Leopoldino, o total de pacientes transferidos para Teresina é considerado baixo, haja vista o período e a quantidade de atendimentos. “No passado foram mais de 8 mil atendimentos, este ano não fechamos ainda, mas acreditamos ser próximo a isso ou até mais. Considero o resultado bastante positivo. Estamos conseguindo segurar casos graves nos municípios, contribuindo para desafogar o HUT”, disse Leopoldino.

 

 

Veja o quadro:

 

 

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