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Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta sexta-feira, 24, no Diário Oficial da União determina a suspensão da distribuição, do comércio e do uso, em todo o território nacional, do lote 438569 do antibiótico Claritromicina 250mg/5ml grânulos para suspensão oral, fabricado pela empresa EMS S/A.

 

 

De acordo com o texto, laudo da Fundação Ezequiel Dias apresentou resultado insatisfatório em análise de teor de princípio ativo no medicamento. A Anvisa determinou ainda que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado relativo ao lote em questão.

 

 

A resolução entra em vigor a partir de hoje.

 

Agência Brasil

O Dia Mundial de Combate à Hanseníase é lembrado, no Brasil, no dia 27 de janeiro, por conta disso, a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) está recomendando a todos os municípios do Estado que aproveitem a data e realizem ações para informar à população sobre a doença, e o que é mais importante: tem cura.

 

“Em parceria com o Ministério da Saúde, disponibilizamos para os municípios, cartazes e versão digital dos materiais da campanha (cartazes, bandeirolas, banner, busdoor e outdoor, spot para rádios), caso tenham interesse em reproduzi-los”, afirma Eliracema Silva Alves, supervisora da Sesapi.

 

O Dia Mundial da Hanseníase foi criado pela ONU em 1954, pela necessidade de mobilizar a população a respeito de informações sobre causa, tratamento e cura da hanseníase. Desde então, o último domingo do mês de janeiro é sempre usado para lembrar a data.

 

No ano de 2012, o Piauí diagnosticou 1.012 casos novos de hanseníase, destes, 86 em menores de 15 anos, o que significa adulto sem tratamento e demanda oculta. A cobertura dos 224 municípios é de 100%, porém, 14 destes não diagnosticaram casos nos últimos três anos.

 

O Brasil é o 2º no ranking mundial de casos novos, destes, 3,2% estão no Piauí. O estado ocupa o 8º lugar em coeficiente de detecção geral e 11º em número de casos, em relação aos outros 27 Estados.

 

“Recomendamos a busca ativa de casos na população em geral, palestras nas escolas e UBS, entrevistas em rádios locais, panfletagens em pontos estratégicos, veiculação de informes sobre hanseníase em carro de som e mobilização da população e comunidade sobre as ações da hanseníase”, orienta a supervisora.

 

 

Sesapi

Dados divulgados, nesta sexta-feira, 24, pela Coordenação de Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) mostram que os casos notificados de dengue reduziram em 56% entre os anos de 2013 e 2012. Em 2012, foram registradas 15.840 notificações contra 6.954 do ano seguinte. Segundo a diretora de Vigilância em Saúde da Sesapi, Telma Evangelista, o incremento do trabalho da secretaria junto aos municípios contribuiu para a queda.

 

“Monitoramos intensamente o plano de contingência da dengue em 2013, junto aos municípios, que responderam ao nosso chamado. Não deixamos faltar inseticida para o combate de vetores, o que ajudou bastante também”, explica Telma.

 

Questionada se o fraco período chuvoso em 2013 ajudou na redução, a diretora ressalta que a influencia não foi significativa. “Se por um lado tivemos pouca chuva, por outro a população armazenou mais água, portanto, os riscos foram maiores”, afirma.

 

A redução é ainda maior em 2014 em relação ao mesmo período do ano passado. Até agora foram notificados 62 casos este ano, contra 331 em 2013. Uma queda de 81%.

 

A dengue é uma doença febril aguda com duração de até sete dias, acompanhada de, pelo menos, dois dos sintomas, como cefaléia, dor retroorbitária, mialgias, artralgias, prostração ou exantema, associados ou não a hemorragias. A convalescença pode prolongar-se por várias semanas.

 

 

É causada por um vírus RNA com quatro sorotipos conhecidos: DENV 1, DENV 2, DENV 3 e DENV 4 (os três primeiros já identificados no Piauí), cuja fonte de infecção e reservatório vertebrado é o homem, sendo transmitido pela fêmea de mosquitos do gênero Aedes - na Ásia pelo A. albopictus e nas Américas pelo A. aegypti.

 

 

Governodoestado

Você prefere fazer exercício físico em ambiente fechado ou ao ar livre? Em uma enquete feita no site do Bem Estar, 70% dos internautas disseram que gostam mais de se exercitar na rua e apenas 30% votaram na academia - no entanto, seja qual for o local, o importante mesmo é fazer atividade física, como explicou a reumatologista e médica do esporte Fernanda Lima no Bem Estar desta sexta-feira , 24.

 

Porém, é fundamental tomar alguns cuidados, por exemplo, com a umidade, que pode limitar e prejudicar muito o desempenho, seja na rua ou até mesmo na academia. De acordo com o fisiologista do esporte Paulo Correia, para práticas esportivas, é ideal que a umidade relativa do ar esteja acima de 60% - se estiver em 50%, já fica mais difícil e abaixo de 40%, fica inviável. Isso porque o ar seco resseca a garganta e afeta a via respiratória, dando uma sensação de queimação. Dependendo do esforço, a respiração começa a ficar ruim e podem até acontecer crises de tosse.

 

Uma das maneiras de evitar isso é escolher a hora de treinar, como lembrou a reumatologista e médica do esporte Fernanda Lima. Apesar de o exercício ao ar livre oferecer o prazer do ambiente, é preciso tomar cuidado, por exemplo, com o sol forte, que pode levar a um quadro de insolação, um problema muito perigoso, como alertou a médica. Fora isso, em dias muito quentes, o rendimento não é o melhor já que o calor faz o corpo perder energia e se desidratar mais rápido. Com isso, a frequência cardíaca aumenta, os músculos ficam ressecados e a circulação de sangue nos rins e cérebros diminui, levando à fadiga.

 

Outro problema da atividade ao ar livre é a poluição - para reduzir a exposição, a dica é optar pelo exercício dentro de parques, debaixo das árvores, onde a poluição é menor do que na rua, perto dos carros, como mostrou o professor e especialista Paulo Saldiva na reportagem da Natália Ariede. O risco para a saúde é maior na rua por causa da fuligem, fumaça preta que sai dos automóveis, que pode provocar os mesmos efeitos do cigarro. No entanto, apesar dos riscos, é melhor fazer atividade física já que ela pode reduzir não só as chances de doenças, como as cardiovasculares, câncer e diabetes, mas também os efeitos da poluição.

 

A reportagem mostrou ainda que na academia também existe poluição, mas em um nível muito menor e dentro das taxas aceitáveis e recomendadas pela Organização Mundial de Saúde. Além disso, malhar na academia também tem a vantagem de estar em um ambiente controlado, longe do sol, da chuva, do calor excessivo ou da umidade muito baixa. Em geral, esses locais têm ar-condicionado, que deixa o corpo mais confortável e pode interferir no desempenho do atleta. Porém, se não estiver bem higienizado, o ar-condicionado pode levar bactérias para o ambiente e piorar a qualidade do ar.

 

Existe diferença também na hora de correr e caminhar - ao ar livre, por exemplo, o exercício exige maior resistência do atleta por causa do terreno acidentado, do vento e da ausência da rolagem da esteira, que diminui a necessidade de ação do músculo posterior da coxa. No caso da bicicleta, no entanto, é muito difícil encontrar uma pista onde seja possível pedalar rápido. Ou seja, nem sempre é possível forçar mais os músculos como nas aulas de spinning, que permitem que a pessoa use várias marchas e pedale na velocidade que quiser. Por isso, em geral, a musculatura trabalha mais nas aulas de spinning, que também queimam mais calorias.

 

 

O programa falou também sobre o uso de roupas quentes na hora de se exercitar. Há quem acredite que essas roupas podem ajudar a queimar mais calorias já que o corpo sua mais, mas isso é um mito, como explicaram os especialistas. O que acontece é que o corpo se desidrata e perde água, o que pode interferir no peso, mas logo que a pessoa beber água novamente, ela ganhará esse peso novamente. Outro problema é que, ao malhar agasalhado demais, o corpo cansa mais rápido, o que faz a pessoa parar o exercício mais rápido.

 

 

G1