• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

sonoO comportamento hormonal, a qualidade e a quantidade de sono variam de acordo com o período do ciclo menstrual em que a mulher está. Quer saber mais sobre isso? Então, não perca este artigo.

A variação da quantidade de hormônios femininos regula o ciclo menstrual e tem efeitos no sono. Antes da ovulação, há um aumento na síntese de estradiol, que tem sido relacionado ao aumento do sono REM.

Após a ovulação, a síntese de progesterona aumenta, provocando a sensação de sonolência que muitas mulheres sofrem neste período do ciclo.

O comportamento hormonal, a qualidade e a quantidade de sono variam de acordo com o período do ciclo menstrual em que a mulher está. Estudaremos separadamente cada parte do ciclo menstrual e sua relação com o sono a seguir.

Período pré-menstrual e sono
Nesta fase do ciclo menstrual, o sono é afetado pelas consequências do aumento da síntese de estradiol, que tem vários efeitos emocionais.

Ele interage com várias regiões do cérebro, como o bulbo, o hipotálamo, lobo pré-frontal e amígdala, e é responsável por muitos dos efeitos no universo emocional da mulher durante a fase pré-menstrual do ciclo.

Estes são os sintomas que podemos notar logo antes da menstruação, quando as taxas de estradiol estão altas:

Irritabilidade
Alterações de humor
Tristeza
Ansiedade
Isolamento social
Depressão
Insônia
Os distúrbios do sono que ocorrem nessa fase geralmente são atribuídos aos níveis aumentados de cortisol e adrenalina, que são os geradores de estresse.

O estresse afeta o sono de maneiras diferentes. Nesse período, a mulher pode ter dificuldade para adormecer, despertar a noite toda ou acordar cansada.

É conveniente, no período pré-menstrual, fazer atividades que contribuam para o gerenciamento do estresse, como ioga e meditação, que costumam melhorar a quantidade e a qualidade do sono.

Você pode se interessar: Sonambulismo: um distúrbio do sono

O ciclo menstrual e o sono
No período menstrual, os níveis de estradiol diminuem e os níveis de progesterona aumentam. A diminuição na taxa de estradiol normalmente normaliza o ritmo sono-vigília, embora no caso de doenças subjacentes como depressão e ansiedade, os distúrbios do sono possam persistir.

Nesse caso, eles são atribuíveis a distúrbios da esfera psicológica, e não aos níveis de estradiol.

A progesterona começa a ser sintetizada no momento da ovulação e é responsável por preparar o endométrio para acolher o futuro embrião e manter a gravidez, se ela ocorrer.

Nesse período, a progesterona provoca alterações hormonais que podem afetar o sono. Ela é responsável pela síntese de ácido gama-aminobutírico (GABA), que possui vários efeitos antagônicos aos do estradiol.
Durante o ciclo menstrual, a progesterona provoca alterações hormonais que podem influenciar o sono.
Ela modula a impaciência, as mudanças de humor, reduz a angústia e melhora o gerenciamento do estresse. Alguns autores consideram a progesterona um ansiolítico natural.

Diminui a ansiedade.
Alivia os sintomas da depressão.
Melhora o estado emocional.
Reduz o estresse.
Causa sonolência.


Juntos, esses efeitos explicam a melhora no ritmo sono-vigília e o aumento na quantidade e qualidade do sono após a menstruação, embora possa haver fatores que o alterem como consequência de dores de cabeça, desconforto gástrico e digestivo, etc.

De qualquer forma, devemos observar o ciclo menstrual e o sono para detectar as alterações que ocorrem a cada 28 dias.

Medidas para dormir melhor
Não consuma substâncias excitantes à tarde ou à noite, como chocolate, café, chá, álcool e tabaco.
Faça um jantar leve e aguarde pelo menos duas horas antes de ir para a cama.
Faça exercícios físicos leves, evitando as últimas horas do dia, pois o efeito oposto é alcançado.
Não tire cochilos longos que alterem o sono ou a vigília. No máximo 30 minutos.
Mantenha horários regulares para dormir e acordar. A regularidade também é importante nos horários das refeições.
Evite a exposição à luz intensa e as temperaturas extremas no quarto.
As tarefas que requerem atividade mental não devem ser realizadas no quarto, como o uso de um computador, tablet, celular, TV etc.
Antes de dormir, você pode ouvir música relaxante, tomar um banho quente ou meditar.

 

 

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma nota técnica nesta terça-feira (29) que reduz a documentação inicial e simplifica o registro para vacinas da Covid-19. O nome do procedimento é "submissão contínua".

A medida, exclusiva para o registro de imunizantes contra o coronavírus, foi tomada para "tornar mais rápida a análise de dados", segundo a Anvisa. A empresa ou instituição interessada deverá entrar com um protocolo junto à reguladora, mas sem a necessidade de todos os documentos técnicos e requerimentos logo no início do processo.


om o projeto em mãos, a Anvisa estabeleceu um prazo de até 20 dias para dar resposta à farmacêutica ou instituição interessada. Durante o período, a reguladora irá comunicar eventuais pendências e informações a serem apresentadas e, assim, agilizar o processo. "O procedimento de submissão contínua não afeta em nada o padrão de qualidade requerido", explica a agência.

"A estratégia tem como objetivo acelerar a disponibilização à população brasileira de vacinas contra o novo coronavírus, desde que garantidas a qualidade, a segurança e a eficácia".

 

G1

criançaCrianças têm probabilidade 44% menor de contrair covid-19 do que os adultos, de acordo com uma análise liderada pelo presidente do Royal College of Paediatrics and Child Health, do Reino Unido.


"Nessa revisão sistemática e meta-análise, incluindo 32 estudos, crianças e adolescentes abaixo de 20 anos tiveram 44% menos chances de infecção secundária com pelo novo coronavírus, em comparação com adultos de 20 anos ou mais", mostrou a análise.

Mundo atinge a marca de 1 milhão de mortos pela covid-19

"Há evidências preliminares de que aqueles com menos de 14 anos têm menor suscetibilidade à infecção do que adultos, com adolescentes parecendo ter suscetibilidade semelhante a dos mais velhosatéa."

A análise foi liderada por Russell Viner, presidente do Royal College.

 

Agência Brasil

Foto: Pixabay

PFIZER
Como funciona: A vacina da Pfizer, em parceria com a BioNTech, utiliza a tecnologia de RNA mensageiro na vacina candidata contra a covid-19. A molécula de RNA é produzida em laboratório e aplicada no paciente. Essa molécula entra na célula por diferentes mecanismos e a célula terá a informação necessária para produzir uma das proteínas que compõem o vírus. Assim, o sistema imunológico identifica essa proteína como um patógeno, um corpo estranho que precisa ser combatido, e inicia uma resposta imunológica.


Prós: A grande vantagem desse tipo de vacina é que o tempo de produção do produto é menor se comparado com outras. A vacina de vírus atenuado, por exemplo, precisa ser cultivada em laboratório e depois fazer o enfraquecimento do vírus. Na vacina de mRNA o corpo faz essa produção.


Contras: Apesar desse mecanismo já ter sido provado que funciona, a tecnologia nunca foi utilizada em vacinas. O infectologista Munir Ayub, da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) explica que a eficácia da vacina pode variar de pessoa para pessoa. “Vai depender da metabolização de cada um. Nos primeiros testes, todos produziram uma boa quantidade de anticorpos, mas são poucos participantes. Agora, na fase 3 é que vamos ver se tem uma boa eficácia.” Além disso, a molécula de RNA é muito instável. A Pfizer já anunciou que suas vacinas precisarão de uma refrigeração de -70º, o que pode dificultar a distribuição.


Testes no Brasil: Os testes da vacina da Pfizer estão sendo realizados no Brasil pelos institutos Cepic (Centro Paulista de Investigação Clínica), em São Paulo e pela Instituição Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador. Foram, ao todo, mil voluntários divididos entre os dois Estados. A aplicação da segunda dose da vacina começou no dia 24 de agosto, ainda existem voluntários tomando a primeira e a segunda dose. As aplicações devem terminar no final de outubro, segundo informações do Cepic


OXFORD
Como funciona: A vacina desenvolvida pela Oxford, em parceria com a farmacêutica Astrazeneca, utiliza a tecnologia de adenovírus de chimpanzé. Esse vírus, além de ser atenuado e não causar doença em humano, é desconhecido para nossa espécie, gerando uma resposta imunológica melhor. Partes do coronavírus, especificamente a proteína spike, são acopladas ao adenovírus por meio de engenharia genética e ele funciona como um veículo para os fragmentos do Sars-Cov-2 capazes de gerar uma resposta imunológica.


Prós: O infectologista explica que, por ser um vírus não humano, não existe o risco de infecção, além disso, é um vírus desconhecido para o corpo o que gera uma tendência de grande produção de anticorpos.


Contras: A tecnologia utilizada é mais sofisticada, nem todos os laboratórios possuem capacidade para a produção desse tipo de vacina.
Testes no Brasil: Os testes no Brasil começaram no dia 20 de junho e estão sendo coordenados pela Unifesp (Universidade de São Paulo). A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ampliou os testes para 10 mil pessoas no país. Os testes globais haviam sido suspensos em 8 de setembro devido a suspeita de reação adversa grave em uma voluntária no Reino Unido, mas foram retomados três dias depois no mundo todo, exceto EUA.


CORONAVAC
Como funciona: A vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac utiliza a tecnologia de vírus desativado (morto). Assim, o vírus é incapaz de infectar, mas pode produzir uma resposta imunológica.


Prós: Utiliza uma tecnologia já conhecida pelo meio científico, simples e de fácil produção. Além disso, os efeitos colaterais foram baixos, 5% dos voluntários tiveram reações leves.


Contras: Resultados preliminares mostraram que, apesar de segura, as respostas imunológicas desencadeadas pela vacina em idosos foram mais fracas do que em adultos mais jovens.


Testes no Brasil: No Brasil, os testes estão sendo realizados pelo Instituto Butantan, em São Paulo. Eles começaram no dia 20 de julho e ainda estão recebendo voluntários. O estudo prevê 13 mil voluntários distribuídos entre São Paulo, Brasília, Rio de Janeira, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Os participantes recebem a segunda dose 14 dias após a primeira, então algumas pessoas já receberam e estão sendo analisadas. A previsão é que os resultados preliminares saiam a partir de outubro.


JOHNSON & JOHNSON
Como funciona: A vacina produzida pela Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson, chama Ad26.COV2.s. Ela é composta de um adenovírus geneticamente modificado, que não possui a capacidade de se replicar. Ele será um vetor para codificar a proteína S (spike), essencial para a entrada do coronavírus nas células.


Prós: A grande vantagem dessa candidata é que essa vacina é feita em apenas uma dose, além disso, ela não necessita de refrigeração abaixo de zero, o que facilita sua distribuição. "Pode ser armazenada e permanecer estável por períodos prolongados a - 20°C por até 2 anos e entre 2-8°C por três meses. Isto a torna compatível com os canais de distribuição padrão de vacinas e não exigirá uma nova infraestrutura para chegar às pessoas", informou a empresa.


Contras: Está um pouco atrasada em relação às outras candidatas nos testes clínicos e, provavelmente, será atestada e ficará disponível depois das demais. Além disso, por utilizar adenovírus humano, pode ser que a resposta imunológica não seja tão eficaz, segundo o infectologista. “Se você já tiver anticorpos para aquele adenovírus, na hora que for injetado, seu sistema já vai matá-lo, mas ainda não se sabe, precisamos dos resultados da fase 3.”


Testes no Brasil: A Johnson anunciou no dia 23 de setembro o início da terceira fase global dos testes. No Brasil, os testes estão previstos para começarem no início de outubro em 7 mil voluntários. Eles serão realizados em 28 centros de pesquisa em São Paulo, Bahia, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

 

R7