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Como sabemos que ser saudável é muito mais do que não estar doente ou ir apenas em consultas médicas periódicas: Como define a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é um estado de equilíbrio físico, mental e social.

habsaudaveis

Para os brasileiros a precupação com a saúde está no topo da lista de preocupações. E essa preocupação se intensificou com a pandemia, a qual fez com que os holofotes voltassem para demonstrar a importância de cuidar não só do corpo mas da saúde mental também, afinal, corpo e mente são indissociáveis. Afinal, nossa saúde não é aleatória nem uma sentença da genética: ela depende das escolhas que fazemos no dia a dia, dos nossos hábitos e comportamentos.

“Estudos mostram que 43% dos nossos comportamentos são automáticos. Se queremos incluir hábitos mais saudáveis na rotina é importante ‘retreinar' nosso cérebro”, afirma a psicóloga Fernanda Bornhausen, uma das líderes do Saúde-Se, projeto global do Grupo Mulheres do Brasil, que tem como objetivo inspirar e ajudar, até dezembro deste ano, 1 milhão de pessoas a adotar um estilo de vida mais saudável.

Fernanda sugere que, se queremos adotar comportamentos mais saudáveis, o primeiro passo é ter consciência de nossos hábitos diários, compreender a motivação interna para a mudança e, a partir do comportamento que desejamos incorporar, definir pequenos passos viáveis para chegar lá. E celebrar sempre cada pequena conquista.

Sabe-se que um dos segredos para mudança pe escolher comportamentos que ativem naturalmente os neurotransmissores de seratonina, endorfina, dopamina e ocitocina, que promovem sensações de bem-estar e ajudam diretamente na formação e manutanção dos hábitos. Isso ocorre quando optamos por uma atividade que nos dá prazer.

Conforme os estudam mostram, que adotar hábitos mais saudáveis pode reduzir até 80% a incidência de doenças crônicas não-transmissíveis,, entre elas o colesterol alto, hipertensão, problemas cardíacos, diabetes, obesidade e diversos tipos de câncer.

O conjunto de evidências sobre os benefícios de ter uma vida saudável é a base da Medicina do Estilo de Vida, que tem seis pilares principais

alimentação balanceada; prática regular de atividade física; busca de um sono reparador; controle do estresse; controle do consumo de substâncias tóxicas (como cigarro e álcool) e relacionamentos saudáveis

Não são pilares isolados, mas um conjunto de elementos inter-relacionados, pois cuidar das emoções é tão importante quanto ter uma alimentação equilibrada. E os estudos comprovam que genética não é destino: os nossos hábitos podem reduzir o peso dessa herança.

3 min de leitura R7

Um estudo divulgado na terça-feira (24) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) traçou um perfil dos profissionais de saúde mortos no primeiro ano da pandemia de covid-19 e mostrou que mais enfermeiros foram vítimas da doença na Região Norte que na Região Sudeste. O trabalho foi publicado na revista científica Ciência & Saúde Coletiva.

A autora principal do artigo, Maria Helena Machado, diz que os dados regionais de mortalidade dos profissionais de saúde por covid-19 entre março de 2020 e março de 2021 são “uma fotografia real, crua e dura da desigualdade social que impera no país e no Sistema Único de Saúde [SUS]”.

A pesquisa mostra que, dos 582 mil enfermeiros que existem no país, apenas 7,6% estão na Região Norte, e 45,1%, na Região Sudeste. Mesmo assim, dos 200 enfermeiros mortos por covid-19 e contabilizados pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) no primeiro ano da pandemia, 29,5% eram do Norte e 26,5%, do Sudeste. Em números absolutos, foram 59 vítimas no Norte, e 53, no Sudeste.

"É lá [Região Norte] que se vê com clareza onde o genocídio dos profissionais se deu forma mais aguda. É onde tem piores condições de trabalho e maior aglomeração da população desesperada por atendimento. O Amazonas foi um exemplo vivo do descaso com que a Amazônia Legal vem sendo tratada no país. Ela ficou muito descoberta e desprotegida", disse a pesquisadora, em texto publicado pela Agência Fiocruz de Notícias.

O Amazonas foi o estado brasileiro em que houve mais mortes de enfermeiros no primeiro ano da pandemia, com 12,5% do total. São Paulo teve 10,5%, e Rio de Janeiro, 9,5%. Subnotificação

Outro alerta trazido pela pesquisa é a possível subnotificação nos dados de profissionais de saúde vítimas da pandemia. O estudo cita números da Organização Mundial da Saúde (OMS) que estima pelo menos 115 mil profissionais da saúde vítimas da covid-19 até maio de 2021, em todo o mundo, mas considera que o total pode ser ainda maior.

Para o estudo da Fiocruz, foram usados os bancos de dados do Cofen e do Conselho Federal de Medicina (CFM), mas a pesquisa chama a atenção para o fato de não haver no país sistematização dos números de contaminados e de mortes entre os trabalhadores da saúde.

"É importante assinalar que a escassez e, por vezes, a ausência sistemática de dados sobre óbitos de profissionais de saúde em geral durante a pandemia é um fato grave. Isso implica um apagão de fatos que aconteceram e estão acontecendo com esses trabalhadores, gerando um cenário de incertezas na pandemia e no pós-pandemia", diz um trecho do artigo. Médicos e auxiliares de enfermagem

A disparidade entre a proporção de profissionais e a proporção de mortes também aparece entre médicos e auxiliares de enfermagem. Com apenas 4,5% dos médicos do país, mas teve 16,1% dos óbitos entre esses profissionais. Entre os auxiliares de enfermagem, 8,7% estão no Norte, enquanto 23,2% das vítimas dessa categoria profissional se concentram nesses estados.

A pesquisa mostra ainda que 75% dos médicos mortos estavam acima dos 60 anos, enquanto 80% dos técnicos ou auxiliares de enfermagem mortos estavam abaixo dessa faixa etária.

"A enfermagem tem uma inserção mais institucional, assalariada e com tempo de trabalho predeterminado. Boa parte da enfermagem no Brasil tem assegurado o direito formal à aposentadoria. Na medicina, é exatamente o contrário, pois infelizmente os médicos estão cada vez mais de forma autônoma no mercado profissional. A outra questão é que as categorias da enfermagem têm inserção no mercado de trabalho em fases da vida bastante distintas. Os técnicos podem iniciar a jornada por volta dos 18 anos, por exemplo. Os enfermeiros, assim como os médicos, precisam primeiro se formar na universidade, mas o curso de medicina é mais longo, fazendo que com que esses profissionais entrem mais tarde no mercado, o que também contribui para o prolongamento de suas carreiras”, analisa a pesquisadora.

O perfil dos profissionais da enfermagem mortos por covid-19 foi principalmente de mulheres negras. Entre os enfermeiros vitimados, 59,5% eram mulheres, enquanto, entre os auxiliares de enfermagem, elas eram 69,1%. Já em relação à raça, 31% dos enfermeiros que morreram por Covid-19 eram brancos, e 51%, pretos e pardos. Já entre os auxiliares e técnicos, 29,6% eram brancos e 47,6% pretos e pardos.

Entre os médicos, 87,6% das vítimas são homens, e 12,4%, mulheres. A pesquisa informou que dados sobre cor e/ou raça não estão disponíveis no caso dos médicos.

Agência Brasil

A tecnologia das vacinas de RNA mensageiro (mRNA), usada nos imunizantes contra a Covid-19 durante a pandemia, foi utilizada com sucesso para a reposição de colágeno, com ação antirrugas, a fim de amenizar os efeitos do tempo na pele. A descoberta foi publicada na revista Nature Biomedical Engineering, especializada na cobertura dos avanços das ciências e da medicina.

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Pesquisadores americanos e chineses desenvolveram um adesivo de mRNA que tem agulhas microscópicas para estimular as células a produzirem colágeno naturalmente. A diminuição da presença dessa proteína na pele é um dos principais fatores para a formação das marcas de envelhecimento.

O estudo utilizou ratos sem pelo para simular os efeitos da radiação UV na pele humana e a consequente formação de rugas. Para efeito de comparação, os roedores foram divididos em dois grupos de quatro; metade recebeu o tratamento experimental, e a outra, não.

Após 28 dias, o resultado alcançado animou os estudiosos, que verificaram que a pele dos ratos voltou a ter uma aparência mais uniforme, como era antes do início do teste.

Os pesquisadores conseguiram constatar o efeito do novo tratamento já nos primeiros sete dias depois da aplicação do adesivo. Além da diminuição das marcas, a pele dos ratos demonstrou maior elasticidade e firmeza. O experimento foi realizado só em laboratório e em cobaias, mas a técnica estimuladora da produção de colágeno pode ser uma alternativa promissora para recuperar a pele e até para adiar o surgimento das rugas.

O efeito alcançado, porém, não é permanente. Os animais que tiveram a pele estimulada pela luz UV e depois receberam o novo adesivo voltaram a ter rugas uma semana depois que o tratamento foi suspenso.

R7

Foto: Pixabay

O Piauí voltou a ficar em estabilidade no número de casos de covid-19, em virtude do represamento de dados em alguns municípios, que só agora foram colocados no sistema.

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Alguns municípios só encerraram as notificações de janeiro a setembro de 2022 agora. Isso gerou uma variação negativa, em relação aos últimos 14 dias, de -9%. A média móvel de 7 dias contabilizou 264 casos, contra 224 da semana anterior.

Dos novos casos registrados, 73,3% são referentes ao período de janeiro a setembro de 2022.

Já a variação de óbitos por covid nos últimos 14 dias teve uma queda de 37%.

O represamento impacta também na taxa de transmissibilidade que passou a ser de 0,94. Na semana anterior o índice era de 0,89.

Leitos

O número de pacientes internados em UTIs teve queda e agora chegou a 08. Na semana anterior eram 09 leitos ocupados. A ocupação de leitos clínicos caiu de 15 para 12.

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO SEMANAL COVID-19 03ª SEM. EPIDEM. • 15/01 a 21/01/2023

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