• IMG_2987.png
  • prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

Um novo medicamento que conseguiu, em estudos, reduzir em média 17% do peso de pacientes com obesidade ou sobrepeso (com comorbidades) chegará ao Brasil nos próximos meses. O primeiro passo já foi cumprido, na segunda-feira (2), com a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O remédio em questão é o Wegovy, cujo princípio ativo é a semaglutida, o mesmo de outra droga já liberada no país para o tratamento de diabetes tipo 2, o Ozempic. Esse último, todavia, já tem sido prescrito por médicos em caráter off-label (sem indicação em bula) para emagrecer. Um novo medicamento que conseguiu, em estudos, reduzir em média 17% do peso de pacientes com obesidade ou sobrepeso (com comorbidades) chegará ao Brasil nos próximos meses. O primeiro passo já foi cumprido, na segunda-feira (2), com a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O remédio em questão é o Wegovy, cujo princípio ativo é a semaglutida, o mesmo de outra droga já liberada no país para o tratamento de diabetes tipo 2, o Ozempic. Esse último, todavia, já tem sido prescrito por médicos em caráter off-label (sem indicação em bula) para emagrecer. O tratamento continua sendo com o uso de injeções semanais de semaglutida. O Wegovy é vendido em cinco tipos de canetas aplicadoras, com doses de 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg, 1,7 mg e 2,4 mg.

O paciente inicia com 0,25 mg (quatro semanas), e as doses são aumentadas gradualmente ao longo de 16 semanas, até a dose de manutenção, que é de 2,4 mg.

A fabricante dos dois medicamentos, a farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, faz a seguinte ressalva em seu site voltado ao público dos Estados Unidos, onde o Wegovy já está disponível desde 2021: "Embora Wegovy e Ozempic contenham semaglutida, eles são produtos diferentes, com indicações, dosagens, informações de prescrição, esquemas de titulação etc. diversas. Os produtos não são intercambiáveis".

A própria Novo Nordisk diz que não faz nenhum tipo de promoção para uso off-label do Ozempic no tratamento de sobrepreso ou obesidade.

Enquanto o Wegovy não chega ao mercado, a única opção disponível é um "primo" dele, o Saxenda, que consiste em injeções diárias de liraglutida.

Uma revisão feita por pesquisadores do Texas em 2016 e publicada na revista Obesity Science & Practice mostrou que quem fez uso de 3 mg do Saxenda perdeu, em média, 6% do peso original (6,4 kg) após 56 semanas.

Indivíduos que utilizaram 1,8 mg perderam uma média de 4,7% do peso (5 kg). O grupo que tomou placebo — substância sem efeito no organismo — emagreceu 2% (2,2 kg).

R7

A subvariante Ômicron, XBB.1.5, está causando preocupação entre os cientistas depois de sua rápida disseminação na Europa e nos Estados Unidos em dezembro.

variantes

Aqui está o que se sabe até agora sobre ela: O que é a subvariante XBB.1.5 e como ela se comporta?

A epidemiologista sênior da OMS (Organização Mundial da Saúde), Maria Van Kerkhove, disse que o XBB.1.5 é a subvariante Ômicron mais transmissível que foi detectada até agora. Ele se espalha rapidamente por causa das mutações que contém, permitindo que ele se junte às células e se replique facilmente.

"Nossa preocupação é quão transmissível é", disse Van Kerkhove em entrevista coletiva na quarta-feira (4). Estima-se que a XBB e XBB.1.5 representem 44,1% dos casos de Covid-19 nos Estados Unidos na semana de 31 de dezembro, acima dos 25,9% da semana anterior, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. Ela também foi detectada em 28 outros países em todo o mundo, disse a OMS.

O XBB.1.5 é mais um descendente da Ômicron, a variante mais contagiosa do vírus causador da Covid, que agora é globalmente dominante. A XBB, detectada pela primeira vez em outubro de 2022, é um recombinante de duas outras subvariantes da Ômicron. O quão perigoso é XBB.1.5?

A OMS disse que ainda não possui dados sobre a gravidade, nem um quadro clínico sobre seu impacto. A pasta afirma que não viu nenhuma indicação de que sua gravidade havia mudado, mas que o aumento da transmissibilidade é sempre uma preocupação.

"Esperamos novas ondas de infecção em todo o mundo, mas isso não precisa se traduzir em mais ondas de morte porque nossas contramedidas continuam funcionando", disse Van Kerkhove, referindo-se a vacinas e tratamentos.

Ela disse que a OMS não pode atribuir atualmente o aumento de hospitalizações no nordeste dos Estados Unidos à variante, uma vez que muitos outros vírus respiratórios também estão em circulação.

Os virologistas concordam que o surgimento da nova subvariante não significa que haja uma nova crise na pandemia. Novas variantes são esperadas à medida que o vírus continua a se espalhar.

É provável que o XBB.1.5 se espalhe globalmente, mas ainda não está claro se causará sua própria onda de infecções em todo o mundo. As vacinas atuais continuam protegendo contra sintomas graves, hospitalização e morte, dizem os especialistas.

"Não há razão para pensar que o XBB.1.5 seja mais preocupante do que outras variantes que vêm e vão no cenário em constante mudança das mutações do Covid", disse o professor Andrew Pollard, diretor do Oxford Vaccine Group. O que e quem está fazendo algo sobre isso?

O Grupo Consultivo Técnico sobre Evolução do Vírus da OMS está fazendo uma avaliação de risco da subvariante. Van Kerkhove disse na quarta-feira (4) que espera publicar isso nos próximos dias.

A OMS disse que está monitorando de perto quaisquer possíveis mudanças na gravidade da subvariante com a ajuda de estudos de laboratório e dados do mundo real.

Reuters

Foto: Kobby Mendez/ Unplash

A entrevista foi com o Dr. Justino Moreira, o médico que se destacou no combate ao noco coronavírus em Floriano e região. Em dezembro passado, os casos aumentaram de forma que, houve algumas internações no setor COVID do Hospital Regional Tibério Nunes, bairro Manguinha.

justino

Dr. Justino destacou a passagem do Dr. Davyd Basílio pelo Hospital de Floriano, hoje está como diretor do HGV, em Teresina. 

 

Da redação

O Ministério da Saúde autorizou, nesta quarta-feira (4), a aplicação de reforço da vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. Em nota técnica, a pasta recomenda que a dose seja feita com o imunizante pediátrico da Pfizer.

criaçavacina

Estão elegíveis todos aqueles nessa faixa etária que tomaram a segunda dose (CoronaVac ou Pfizer) há pelo menos quatro meses.

O embasamento para a recomendação leva em conta o aumento em até seis vezes dos níveis de anticorpos após a dose complementar. O ministério também considerou uma subanálise com a vacina da Pfizer que apontou aumento de 36 vezes na produção de anticorpos contra a variante Ômicron do coronavírus em crianças de 5 a 11 anos.

"Esses resultados mostram a importância de completar o ciclo vacinal contra a Covid-19, para garantir que os imunizantes atinjam a eficácia completa e protejam contra casos graves e mortes pela doença. Mesmo quem perdeu o prazo recomendado deve procurar um posto de vacinação. O Ministério da Saúde também aconselha a administração simultânea de vacinas contra Covid-19 com os outros imunizantes do calendário vacinal para proteger as crianças contra outras doenças", diz a pasta em comunicado.

No fim de dezembro, o ministério já havia ampliado a vacinação para indivíduos de 6 meses até 5 anos incompletos. Até então, a imunização estava restrita àqueles que tivessem alguma comorbidade.

R7

Foto: Jose Cruz/Agência Brasil