• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

Atualmente, a pesquisa sobre métodos contraceptivos masculinos foi ampliada com o objetivo de encontrar alguns que apresentem mecanismos semelhantes aos anovulatórios femininos.

Como muitos sabem, há menos opções de métodos contraceptivos direcionados para homens do que para mulheres. Ao longo deste artigo, explicaremos as alternativas disponíveis e as que estão sendo estudadas. Descubra-as!

Métodos contraceptivos masculinos
Uma pesquisa publicada pela Fertility and Sterility reconhece que cada vez mais homens estão dispostos a assumir uma responsabilidade ativa pelo planejamento familiar. Por esse motivo, tem aumentado o interesse em conhecer os diferentes métodos contraceptivos masculinos.

Esse meio destaca que os mais comuns são os preservativos e a vasectomia. No entanto, eles não são a escolha certa para todos os homens. Por esse motivo, os estudos sobre o assunto continuam em andamento. A seguir, veremos tudo em detalhes.

1. Preservativos e espermicidas
O preservativo continua sendo o protagonista entre os métodos contraceptivos para os homens. Além de prevenir a gravidez, evita doenças sexualmente transmissíveis.
O uso de preservativo é um dos métodos contraceptivos mais amplamente utilizados pelos homens na sociedade atual. Preservativos e espermicidas trabalham juntos para ajudar a proteger contra a gravidez. Os preservativos são colocados no pênis ereto do homem. O esperma permanece dentro do preservativo e não pode alcançar o óvulo da mulher.

Os espermicidas cobrem o colo do útero da mulher e matam os espermatozoides. Este produto está disponível em várias apresentações:

Espuma.
Gel.
Creme.
Tecido.
Supositórios.
Comprimidos.
Os preservativos podem ser feitos de látex ou plástico resistente. Apesar de o espermicida ser geralmente usado pelas mulheres e o preservativo pelos homens, já existem preservativos com espermicida em seu interior.

Dessa forma, se o preservativo rasgar ou furar, o espermicida ajudará a matar o espermatozoide. Além disso, o uso de preservativo ajuda a prevenir infecções sexualmente transmissíveis. No entanto, o uso de espermicida por si só não impede esse tipo de infecção, portanto, o uso de preservativos é essencial.

2. Vasectomia, um dos métodos contraceptivos para homens
A contracepção cirúrgica ou a esterilização voluntária tornou-se um método muito popular, principalmente nos países desenvolvidos. Esse método contraceptivo tem as maiores taxas de eficácia e é um recurso amplamente utilizado por casais que não querem ter mais filhos.

A vantagem com relação a outros métodos contraceptivos para homens é que se realiza somente uma vez e não requer controles específicos posteriormente. Além disso, se o procedimento cirúrgico for realizado de acordo com os protocolos médicos exigidos, o risco de complicações é pequeno.

Leia também: Você sofre de ejaculação retrógrada?

Em que consiste?
O procedimento cirúrgico da vasectomia visa bloquear o ducto deferente utilizando várias técnicas, como corte, ligadura ou compressão, entre outras.

É uma técnica simples que pode ser realizada em nível ambulatorial e, quando praticada sob anestesia local e com assepsia adequada, apresenta pouco risco de morbidade e risco insignificante de mortalidade.

Consiste na interrupção da continuidade do ducto deferente, uma vez identificado após a incisão com bisturi no escroto. Uma vez identificado o ducto deferente, existem, como mencionado acima, diferentes técnicas para obter a oclusão ou bloqueio.

3. Injeção de bloqueio entre os métodos contraceptivos masculinos

As injeções de bloqueio visam encontrar uma solução alternativa de baixo custo como método contraceptivo para os homens.
É um contraceptivo não hormonal, projetado para encontrar soluções de baixo custo ignoradas pela indústria farmacêutica. Seu nome comercial é Vasalgel e ainda está sendo estudado.

Seu uso consiste em injetar uma dose deste gel no ducto através do qual o esperma passa, exatamente na extremidade final em que se junta ao escroto.

O processo é concluído em cerca de 15 minutos e, uma vez injetado, o gel é fixado e continua como um filtro, permitindo a passagem do líquido, mas não dos espermatozoides. Portanto, não impede a ejaculação ou o orgasmo.

Além disso, as injeções de bloqueio são tão eficazes quanto a técnica anterior, a vasectomia. Não sendo um método hormonal, o Vasalgel não apresenta os efeitos colaterais que os tratamentos para mulheres costumam ter. Sabemos que a pílula anticoncepcional pode causar enxaquecas, alterações de peso e diminuição da libido.

Descubra: Mitos e verdades sobre os métodos de planejamento familiar

4. Pílula anticoncepcional para homens
É outro dos métodos contraceptivos masculinos em estudo. Um novo estudo divulgado recentemente em Chicago mostrou que uma pílula anticoncepcional masculina é possível. Ainda são necessárias mais pesquisas, mas parece que os homens também terão esse tipo de método para evitar a gravidez.

Os pesquisadores descobriram que a pílula hormonal proposta, chamada undecanoate de dimethandrolona, ​​ou DMAU, reduziu efetivamente a testosterona e outros níveis hormonais responsáveis ​​pela produção de espermatozoides sem outros efeitos colaterais.

Conclusão
Apesar de atualmente existirem mais métodos contraceptivos sendo estudados, hoje não temos nenhum que seja tão eficaz quanto a pílula anticoncepcional feminina.

O uso de preservativos é recomendado sempre que a intenção for a de evitar uma gravidez ou prevenir doenças sexualmente transmissíveis. Em caso de dúvida, é aconselhável consultar um profissional em saúde sexual e reprodutiva.

 

melhorcomsaude

O medicamento risanquizumabe para tratamento de pacientes adultos com psoríase em placas moderada a grave foi incorporado ao protocolo clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Com isso, o medicamento estará disponível no SUS (Sistema Único de Saúde).

A decisão foi publicada nesta segunda-feira (21) no diário oficial. O prazo máximo para o medicamento ser ofertado pelo SUS é de 180 dias.


Segundo o Manual Merck de medicina, a psoríase é uma doença crônica e recorrente que causa o aparecimento de uma ou mais placas vermelhas na pele. A doença possui um fator hereditário e está relacionada a problemas autoimunes.

A psoríase afeta de 1% a 5% da população mundial e é mais comum em pessoas de pele clara.

 

R7

 

O professor Raimundo Tem Tem, empresário florianense, acaba de chegar no Estado de São Paulo. A informação é da filha Rafaela Vieira que é uma das pessoas que está lhe acompanhando.

O mesmo está agora no Hospital Sírio Libanês onde passa ter todo um acompanhamento médico que vai tratar a sua saúde.

raimundo

O Professor Raimundo Vieira de Barros Lima está com o novo coronavírus e a situação do seu estado em saúde é delicada. De acordo com o professor Miguel Vieira, seu irmão, o professor Raimundo chegou antes das 6:00h da manhã em São Paulo.

Professor Raimundo vai ser encaminhado para o Sírio Libanês, em São Paulo

Familiares do professor Raimundo anunciam melhoras no seu estado de saúde

Professor Raimundo Vieira tem uma melhora no seu quadro de saúde, diz boletim

As informações sobre a saúde do Professor Raimundo repassadas por familiares

Professor Raimundo teve uma alteração negativa nas últimas 24 horas

Novo boletim sobre a saúde do Professor Raimundo Tem Tem que está com coronavírus

Familiares e amigos se reúnem em um Terço pela saúde do Professor Raimundo

Familiares do professor Raimundo Vieira pedem orações pelo seu restabelecimento

As informações do último boletim quanto a saúde do professor Raimundo Vieira

Novas informações sobre a saúde do professor Raimundo Vieira de Barros

Se agrava o estado de saúde do professor Raimundo Vieira de Barros Lima

Professor e empresário de FLO é encaminhado para Teresina devido a COVID

 

 

Da redação

Desde o início da pandemia, especula-se por que os homens sofrem mais com a infecção pelo novo coronavírus. Entre os argumentos estão os de que eles supostamente prestam menos atenção à saúde, fumam mais, se alimentam pior. Especialmente a geração mais velha teria um estilo de vida pouco saudável. Além disso, alguns afirmam, os homens geralmente costumam demorar mais para procurar um médico.

Segundo a iniciativa de pesquisa Global Health 50/50, dados de mais de 20 países confirmam que as mulheres são infectadas pelo vírus com a mesma frequência que os homens. Mas é mais provável que os homens contraiam covid-19 e morram da doença. Nos países pesquisados, os homens representam cerca de dois terços das mortes.

Isso certamente também se deve à condições de saúde pré-existentes. Por exemplo, os homens sofrem com muito mais frequência de doenças cardiovasculares, das quais eles também morrem com maior incidência do que as mulheres.

Outro fator decisivo é a estrutura etária: de acordo com o Instituto Robert Koch (RKI), da Alemanha, pelo menos duas vezes mais homens do que mulheres morreram em todas as idades até a faixa etária de 70 a 79 anos. Somente então a proporção se estabiliza. Depois, ela se inverte novamente, a partir da faixa etária de 90 a 99 anos.

No entanto, é provável que isso se deva ao fato de que existem significativamente mais mulheres muito mais velhas do que homens. Mesmo o instituto alemão é incapaz de citar as razões para essa diferença entre os sexos.

Receptor mais presente nos homens

O receptor da enzima ECA2 pode desempenhar um papel importante, porque serve como uma espécie de porta de entrada para as doenças covid-19, sars e mers, causadas por coronavírus. Os homens também foram mais afetados pela mers, diz Bernhard Zwissler, Diretor do Departamento de Anestesiologia do Hospital da Universidade de Munique (LMU).

De acordo com um estudo do Centro Médico Universitário Groningen, na Holanda, o receptor da ECA2 é encontrado em concentrações mais elevadas nos homens. Os pesquisadores descobriram esta diferença entre os sexos enquanto investigavam uma possível correlação entre o receptor e a insuficiência cardíaca crônica.

De acordo com Zwissler, os pesquisadores estão atualmente investigando se a administração de inibidores da ECA, como drogas anti-hipertensivas, leva ao aumento da formação do receptor da ECA2 nas células, o que as tornaria mais suscetíveis à infecção. Segundo os pesquisadores, isso é certamente concebível, mas ainda nada foi provado.

ilustração mostra o coronavírus Sars-Cov-2

Coronavírus usam os receptores da enzima ECA2 como porta de entrada para células

Sistema de defesa das mulheres

Em comparação, o sistema imunológico feminino é mais resistente que o dos homens. O hormônio sexual feminino estrogênio é o principal responsável por isso. Ele estimula o sistema imunológico e age mais rapidamente e de forma mais agressiva contra patógenos. A testosterona masculina, por outro lado, inibe as próprias defesas do corpo.

Segundo virologistas, o fato de que o sistema imunológico das mulheres geralmente reage mais rapidamente e de forma mais intensa às infecções virais do que o dos homens também é evidente em outras doenças virais, como influenza ou simples resfriados.

Por outro lado, as mulheres sofrem mais frequentemente de doenças autoimunes, nas quais o sistema imunológico reage em excesso e ataca suas próprias células – uma possível complicação também com a covid-19.

De acordo com o virologista molecular Thomas Pietschmann, há também "razões genéticas" que favorecem as mulheres. Ele explica que alguns genes relevantes para a imunidade, como por exemplo, genes responsáveis pelo reconhecimento de patógenos, são codificados no cromossomo X. E como as mulheres têm dois cromossomos X, e os homens, apenas um, as mulheres têm vantagens.

Índia, um caso especial

Na Índia, a tendência é contrária. Pesquisas mostram que as mulheres no país asiático têm um risco maior de morrer de covid-19 do que os homens. A taxa de mortalidade para as mulheres infectadas é de 3,3% em geral, enquanto a taxa para os homens infectados é de 2,9%.

No grupo de 40 a 49 anos, 3,2% das mulheres infectadas morreram, em comparação com 2,1% dos homens. Na faixa etária dos 5 aos 19 anos de idade, somente mulheres morreram.

As razões para esse caso especial indiano estão sendo intensamente investigadas atualmente. Suspeita-se que as mulheres sejam mais afetadas, entre outras coisas, porque simplesmente há mais mulheres mais velhas do que homens na Índia.

Além disso, na Índia, é dada menos atenção à saúde da mulher. As indianas visitam o médico com menos frequência e muitas vezes tentam se automedicar primeiro. Somente relativamente tarde é que elas podem ser testadas para covid ou tratadas.

"Não está claro quanto é devido a fatores biológicos e quanto está relacionado a fatores sociais", disse, em entrevista à BBC, SV Subramanian, professor de Saúde Pública da Universidade de Harvard. "O sexo pode ser um fator crítico no ambiente indiano", comentou. 

A gripe espanhola de 1918 matou significativamente mais mulheres do que homens na Índia. As mulheres eram mais suscetíveis à infecção porque muitas delas eram desnutridas e porque frequentemente eram mantidas trancadas em casas pouco higiênicas e mal ventiladas. Além disso, elas se ocupavam mais do que os homens dos cuidados com os doentes.

Por que as crianças estão menos em risco?

Surpreendentemente, as crianças não estão entre os membros mais vulneráveis da sociedade quando se trata do novo coronavírus – na maioria das crianças a doença é comparativamente leve e muitas vezes até assintomática. Das 8.882 pessoas que morreram de covid-19 na Alemanha desde o início da pandemia, apenas três tinham menos de 18 anos de idade.

A razão para isso ainda não foi totalmente compreendida. Os médicos acreditam que o "sistema não específico" inato é eficaz em crianças pequenas. Como proteção contra os primeiros patógenos, a mãe dá sua própria proteção imunológica específica ao feto e mais tarde ao recém-nascido via leite materno.

Essa defesa imunológica inata inclui, por exemplo, as "células assassinas" – glóbulos brancos que atacam todos os patógenos que entram no corpo através das membranas mucosas ou da pele.

Esta "imunização passiva" geralmente dura até que as crianças tenham construído seu próprio sistema de defesa. Até cerca de dez anos de idade, as crianças desenvolvem sua defesa imunológica específica. E mesmo depois disso, seu sistema de defesa permanece capaz de aprender ao longo de suas vidas quando surgem novos patógenos.

Crianças com proteção facial em escola em Angers, no oeste da França

Crianças com proteção facial em escola em Angers, no oeste da França

Mito das crianças como propagadoras

Em todo caso, a distribuição etária da covid-19 difere significativamente de outras doenças infecciosas, onde as crianças são muitas vezes consideradas "propulsoras de infecções", ao disseminarem um vírus rapidamente por toda a população.

Este não é o caso do novo coronavírus, de acordo com um estudo encomendado pelo governo do estado alemão de Baden-Württemberg. O estudo serve agora como base para um retorno rápido e abrangente ao funcionamento normal em creches e escolas, desde que os padrões de higiene e as regras de distanciamento sejam observados.

Entretanto, ainda não está claro se as crianças infectadas têm tantas chances de infectar alguém quanto os adultos infectados. Em um estudo que também tem sido muito discutido, o virologista Christian Drosten, do Hospital Charité, em Berlim, mostrou que as crianças carregam tanto vírus na garganta quanto os adultos. Outros estudos em outros países também chegaram a esta conclusão.

Porém, a mera presença de vírus no trato respiratório não prova que ele será transmitido na mesma extensão. Como as crianças têm menos sintomas, por exemplo, menos tosse, pode ser que estejam infectadas, mas que infectem menos pessoas, segundo afirmaram pediatras e especialistas em higiene em uma declaração conjunta de quatro sociedades médicas na Alemanha.

 

Fonte:dw.com.br